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TJ vê interesse politico e rejeita pedido de Antonio Joaquim 

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Da Redação: João Victor

 

José Zuquim Nogueira, desembargador do tribunal de justiça, negou o pedido feito pelo presidente do tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, Antonio Joaquim, que solicitava informações da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT). A decisão, proferida nesta sexta-feira (28).

A ação impetrada por Antonio Joaquim, um relatório de fiscalização feita por auditores do órgão em 2016 constatou uma suposta evasão de receitas em operações fraudulentas (inexistentes) que possuem isenção do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias (ICMS). Só em 2015, esse tipo de atividade movimentou R$ 36 bilhões.

De acordo com o conselheiro, desde novembro de 2016, o órgão vem tentando levantar informações juntos aos Secretários da pasta. O fato motivou uma ação do presidente do Tribunal, Antônio Joaquim, na Justiça. 

A atitude motivou o governador, Pedro Taques. Fazendo com que ele reagisse lembrando de “escândalos” no órgão. “O TCE, a meu ver, está se permitindo rebaixar mais uma vez. A primeira vez aconteceu quando permitiu as negociatas de venda de vagas, antes veladas e agora reveladas por denúncias que pipocam a todo lado”, afirmou, ao dizer que “ali teve de tudo pra ocupar vaga, inclusive o próprio Tribunal, aprovando as contas do ex-governador Silval Barbosa, que teve como relator o conselheiro, Antonio Joaquim, que hoje ocupa a presidência do tribunal.

Taques continuou, lembrando que o Tribunal de Contas “permitiu” que casos de corrupção contra o ex-governador Silval Barbosa (PMDB) “acontecessem embaixo de seu nariz”. “A segunda vez foi quando permitiu que todas as negociatas do Governo Silval, antes supostas e agora expostas,acontecessem embaixo de seu nariz, seja por inconveniência ou por incompetência.

Cabe a ressalva de que o TCE e o seu Presidente esteve presente na Secopa, com auditores permanentes lá, com um modelo novo de auditoria durante a execução. Deu no que deu: obras de péssima qualidade, sem prazos, com descontrole total. Sobrou pra gente organizar essa zona”.

O governador ainda insinuou que Antônio Joaquim estaria tentando se promover politicamente – nos bastidores, comenta-se que uma possível candidatura ao governo do Estado nas eleições de 2018 seja certa. 

“Agora, se permite servir de trampolim ou seria puleiro eleitoral para o seu presidente, auto-declarado candidato, chamar para si holofotes em ações politiqueiras, midiáticas e desprovidas de valor real. Nada justifica que, ao invés de analisar os dados e sistemas de controle, querer acesso a CPFs e valores individuais. Não interessa a eles os processos, mas sim os nomes. Quer prospectar CPFs com que interesse? Avaliando o potencial dos contribuintes para futuras doações de campanha? Muito estranho tudo isso”.

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Esmagis-MT e Corregedoria: conheça os novos magistrados preceptores

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A composição de dois grupos de magistrados preceptores foi atualizada pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso e pela Corregedoria-Geral da Justiça. Os preceptores são responsáveis pelo acompanhamento de juízes e juízas substitutos(as) em estágio probatório no âmbito do Poder Judiciário estadual, conforme regulamentação estabelecida pelas Portarias Conjuntas n. 4/2026 e n. 5/2026.
As alterações ocorrem nos Grupos IV e VI da estrutura de preceptoria. No Grupo IV, o desembargador Jones Gattass passa a exercer a função de preceptor em substituição à desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos. Acesse aqui a Portaria Conjunta n. 6/2026, que regulamenta a substituição.

A preceptoria judicial integra o modelo institucional de formação, acompanhamento e vitaliciamento dos magistrados, com caráter pedagógico, orientador e de integração. A atuação dos preceptores envolve o acompanhamento contínuo do desenvolvimento funcional dos juízes em início de carreira, com foco na técnica decisória, gestão da unidade judiciária, ética e relacionamento institucional, sem caráter correicional ou disciplinar, preservando a independência funcional.

O modelo adotado está alinhado à Resolução n. 654/2025 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que instituiu a figura do magistrado preceptor como agente essencial no processo formativo da magistratura. Nesse sentido, a Esmagis-MT coordena as atividades pedagógicas e formativas, enquanto a Corregedoria-Geral da Justiça conduz o processo de vitaliciamento.

As substituições asseguram a continuidade das atividades de preceptoria, que incluem encontros periódicos, visitas institucionais, acompanhamento individualizado e elaboração de relatórios, contribuindo para o fortalecimento da formação da magistratura e o aprimoramento da prestação jurisdicional no Estado de Mato Grosso.

Compõem atualmente o corpo de magistrados preceptores do biênio 2026-2027 os desembargadores Márcio Vidal, Rui Ramos Ribeiro, Gilberto Giraldelli, Jones Gattass, Vandymara Galvão Ramos Paiva Zanolo, Gabriela Knaul Albuquerque, Hélio Nishiyama, Anglizey Solivan de Oliveira e Wesley Sanchez Lacerda.

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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