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Taques vê conivência do TCE em crimes cometidos por Silval e que conselheiro faz “puleiro eleitoral”

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Da Redação

O governador Pedro Taques (PSDB) na noite desta segunda-feira fez determinante críticas ao atual presidente do TCE de Mato Grosso, conselheiro Antônio Joaquim que anunciou que irá protocolar nesta terça-feira uma ação judicial para que a secretaria de Fazenda forneça imediatamente os dados das movimentações financeiras das grandes empresas ligadas ao agronegócio que teriam movimentado cerca de R$ 36,6 bilhões somente em 2016.

Em conversa em grupos de WhatsApp, o governador considerou que a atitude do tribunal mostra o rebaixamento da instituição. O mesmo recorda denúncias envolvendo venda de vagas por parte de ex-conselheiros que se aposentaram antecipadamente dos cargos.

“O Tribunal de Contas, a meu ver, está se permitindo rebaixar mais uma vez. A primeira vez aconteceu quando permitiu as negociatas de venda de vagas, antes veladas e agora reveladas por denúncias que pipocam a todo lado”, afirmou, ao acrescentar que “ali teve de tudo pra ocupar vaga até conselheiro hereditário”.

Para Taques, o tribunal foi omisso ao deixar que o ex-governador Silval Barbosa (PMDB) que foi preso por mais de um ano e oito meses, por ser acusado de ser o chefe de uma quadrilha que teria lesado os cofres públicos. E o tribunal foi conivente, “A segunda vez foi quando permitiu que todas as negociatas do Governo Silval, antes supostas e agora expostas,acontecessem embaixo das suas barbas, seja por conivência ou por incompetência. Cabe a ressalva de que o TCE esteve presente na Secopa, com auditores permanentes lá, com este mesmo modelo inovador de auditoria durante a execução. Deu no que deu: obras de péssima qualidade, sem prazos, com descontrole total. Sobrou pra gente organizar essa zona”, afirmou. O governador, que ainda não decidiu se disputará a reeleição ainda alertou o fato do conselheiro Antônio Joaquim ter declarado publicamente a intenção de disputar o palácio Paiaguás, em 2018. “Agora, se permite servir de trampolim ou seria puleiro eleitoral para o seu presidente, auto-declarado candidato, chamar para si holofotes em ações politiqueiras, midiáticas e desprovidas de valor real”, reclamou. 

Segundo o governador, o presidente do TCE deseja ter acesso as movimentações financeiras dos empresários para buscar futuramente doações de campanha. “Nada justifica que, ao invés de analisar os dados e sistemas de controle, querer acesso a CPFs e valores individuais. Não interessa a eles os processos, mas sim os nomes. Quer prospectar CPFs com que interesse ? Avaliando o potencial dos contribuintes para futuras doações de campanha ? Muito estranho tudo isso”, finalizou.

CONFIRA O DESABAFO DE TAQUES

TCE MT, a meu ver, está se permitindo rebaixar mais uma vez.

A primeira vez aconteceu quando permitiu as negociatas de venda de vagas, antes veladas e agora Reveladas por denúncias que pipocam a todo lado. Ali teve de tudo pra ocupar vaga, até Conselheiro hereditário.

A segunda vez foi quando permitiu que todas as negociatas do Governo Silval (antes supostas e agora expostas) acontecessem embaixo das suas barbas, seja por conivência ou por incompetência. Cabe a ressalva de que o TCE esteve presente na Secopa, com auditores permanentes lá, com este mesmo modelo “inovador” de auditoria durante a execução. Deu no que deu: obras de péssima qualidade, sem prazos, com descontrole total. Sobrou pra gente organizar essa zona.

Agora, se permite servir de trampolim (ou seria puleiro ?) eleitoral para o seu presidente, auto-declarado candidato, chamar para si holofotes em ações politiqueiras, midiáticas e desprovidas de valor real. 

Nada justifica que, ao invés de analisar os dados e sistemas de controle, querer acesso a CPFs e valores individuais. Não interessa a eles os processos, mas sim os nomes. Quer prospectar CPFs com que interesse ? Avaliando o potencial dos contribuintes para Futuras doações de campanha ? Muito estranho tudo isso.

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Publicada relação de inscrições para seleção de advogados dativos em Matupá

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A Comarca de Matupá publicou o Edital nº 02/2026 com a relação das inscrições deferidas e indeferidas para o cadastro de advogados dativos que atuarão em processos cíveis e criminais. A medida contribui para garantir assistência jurídica à população que necessita de representação judicial.

O edital foi assinado pelo juiz de Direito e diretor do foro em substituição legal, João Zibordi Lara. A seleção é aberta a advogados regularmente inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) interessados em atuar como defensores dativos na comarca.

De acordo com o documento, os profissionais que tiveram a inscrição indeferida poderão apresentar recurso no prazo de cinco dias após a publicação do edital no Diário da Justiça Eletrônico (DJe). O pedido deve ser protocolado por meio do Protocolo Administrativo Virtual (PAV), vinculado ao expediente CIA 0708677-45.2026.8.11.0111.

O edital também informa que recursos apresentados fora do prazo não serão analisados, sendo considerada a data do protocolo no sistema eletrônico.

A lista completa está disponível no Diário da Justiça Eletrônico (DJe) desta segunda-feira (11 de maio), nas páginas 10 e 25.

Autor: Adellisses Magalhães

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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