Mato Grosso
Sefaz implanta Comunidade Prática para os servidores
Mato Grosso
Da Redação
A Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT) implantou nesta semana uma Comunidade Prática sobre o Imposto de Transmissão de Causa Mortis e Doação (ITCD), para os servidores fazendários. A ferramenta é resultado do projeto de Gestão do Conhecimento, desenvolvido pela gestão fazendária, com o objetivo de fortalecer o trabalho organizacional e, assim, aprimorar o atendimento realizado ao cidadão.
De acordo com a Gerência de Desenvolvimento (GDES), a ferramenta funciona como um fórum de discussão, disponibilizado em um ambiente web. Por meio dele informações são compartilhadas entre os servidores veteranos e os menos experientes, propiciando a disseminação de práticas e conhecimentos de forma integrada.
A gerente substituta da GDES, Sonia Pesarini, explica que o ITCD foi escolhido inicialmente para ser gerenciado, devido ser um assunto de propriedade de poucos servidores. “O ITCD foi o primeiro tema abordado, mas a Gestão do Conhecimento será realizada em todos os conhecimentos essenciais e prioritários para a Sefaz, os quais geram valores para os cidadãos e sociedade”, afirma.
Ela ressalta, ainda, que a ação também dará transparência às informações, agilidade nos processos e otimização dos resultados.
Incentivador do projeto, o secretário de Fazenda, Gustavo de Oliveira, destaca a importância da Gestão do Conhecimento. “Em uma instituição técnica como a Sefaz, com muita especificidade, é necessário trabalhar bem a Gestão do Conhecimento e isso significa disseminar o conhecimento e aprimorá-lo. Mas, o mais importante é refletir sobre o que esse conhecimento representa, garantindo que a instituição tenha o conhecimento diluído pelas pessoas, mas compartilhado por todos”, pontuou Oliveira.
Gestão do Conhecimento
Iniciado em julho de 2016 pela atual gestão, o projeto de Gestão do Conhecimento tem como principal objetivo gerenciar o conhecimento organizacional da Sefaz. Este modelo visa apoiar a aquisição e disseminação dos conhecimentos essenciais à implementação do planejamento estratégico da pasta, otimizando esforços na busca do alcance das metas individuais, das áreas e da organização como um todo.
O projeto possui um plano de ação de três anos, elaborado conforme as diretrizes estratégicas da Sefaz. Com isso, a Gestão do Conhecimento tem o papel estratégico de criar de uma “Rede Interna de Aprendizagem Contínua”, que levará à criação de inovações que gerem valor e resultados para o atendimento prestado ao cidadão.
Mato Grosso
Juiz Agamenon Alcântara é o entrevistado da 48ª edição do programa “Por dentro da Magistratura”
Na próxima sexta-feira (12), a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) exibirá a 48ª edição do programa “Por dentro da Magistratura”. Realizada em parceria com a Coordenadoria de Comunicação do Poder Judiciário estadual, a edição traz uma entrevista exclusiva com o secretário-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, que abordará ações relacionadas à gestão institucional e o panorama da carreira jurídica.
Natural de Cuiabá, onde morou no bairro do Porto, o entrevistado possui uma sólida trajetória na área jurídica. Graduado pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em 1992, atuou como advogado, técnico judiciário e assessor jurídico antes de ingressar na magistratura em Roraima, onde exerceu a função de 1996 a 1999. Em fevereiro de 1999, após aprovação em concurso público, tomou posse como juiz substituto em Mato Grosso, dando início a uma longa carreira em seu estado natal.
Ao longo de mais de duas décadas de atuação em Mato Grosso, o magistrado acumulou expressiva experiência na área administrativa do Tribunal de Justiça e na Justiça Eleitoral. Titular da Primeira Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, ele alia a prática diária à dedicação acadêmica: é doutorando pela Fadisp, mestre pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, além de especialista em Direito Público, Administrativo, Penal e Processo Penal.
Durante a entrevista, o secretário-geral analisa a transição do papel do juiz na era digital e defende uma atuação proativa, focada no diálogo com a comunidade e na conciliação para evitar a judicialização excessiva. “O juiz precisa interagir e até antecipar à judicialização, […] conseguindo, na sua atuação, fazer acordos ou resolver questões pré-processuais. Eu adoro a questão pré-processual”.
Assista neste link à chamada do programa.
https://www.youtube.com/watch?v=3S98epEohpY
Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.
Autor: Lígia Saito
Fotografo:
Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT
Email: [email protected]
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