Mato Grosso

Secretário refuta ataques gratuitos ao governo e vê desespero em adversarios

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Mato Grosso

Da Redação: Pedro Ribeiro e Laerte Lannes

Reportagem Especial

 

No jornalismo, na política, no direito ou em qualquer outro ramo, é comum se deparar com procedimentos de profissionais completamente divorciados da ética, bom-senso ou discrição.

Recentemente o CNJ atentou para o comportamento de autoridades que, vez ou outra, fornecem informações sobre ritos processuais, movidas pelo excesso, ou pela estrema vaidade.

Nas eleições gerais do ano passado, um delegado federal foi afastado das suas funções depois de falar com jornalistas sobre fatos que ainda estavam na esteira das investigações.

Em todo País, inquéritos já foram comprometidos e pessoas de bem tiveram seus nomes enlameados e equívocos irreparáveis já transformaram inocentes em marginais. Por outro bordo, em nível estadual deparamos quase que diariamente com ataques gratuitos disparados contra o govenador Pedro Taques(PSDB) e contra seu ´staff´ por puro capricho e com a intenção espúria de desestabilizá-los politicamente.

Mas, quais seriam as verdadeiras intenções pelo aumento do ódio e de tamanha raiva contra o governo Taques? Quais os verdadeiros objetivos? Esse fato vem revelar o outro lado da “cordialidade” dos opositores: do mesmo coração que nasce a acolhida calorosa, vem também à rejeição mais violenta. Ambas são “cordiais”: as duas caras passionais dos destemperados.

Esse ódio está sendo induzido por parte da imprensa e por aqueles que na eleição de 2014 não respeitaram o rito democrático: ou se ganha ou se perde.

Quem perde reconhece elegantemente a derrota e quem ganha mostra magnanimidade face ao derrotado. Mas não foi esse comportamento civilizado que está triunfando.

Ao contrário: os derrotados procuram por todos os modos deslegitimar a vitória e garantir uma reviravolta política que atenda a esse projeto, rejeitado pela maioria dos eleitores.

Anteontem deparamos com uma triste realidade: três servidores da Secretaria de Comunicação Social do estado gravaram, denunciaram ao Ministério Público e passaram o áudio para a imprensa contra o secretário Kleber Lima, em uma conversa rotineira e formal entre o gestor público e seus subordinados.

Conversa informal, garantido pelos princípios da administração e pela carta politica de 1988, respeitando os princípios da subordinação e da discricionariedade no serviço público.

Então qual o crime praticado pelo secretário de Comunicação no ordenamento jurídico pátrio? Feriu o princípio da legalidade? Feriu o principio da imperatividade? Logicamente não. Os atos de império ou de autoridade são todos aqueles que a administração pratica usando de sua supremacia sobre o administrado ou servidor.

Neste diapasão, faz-se oportuno frisar que o secretário Kleber tem ao seu dispor a autoridade que lhe é parcialmente outorgada pela sociedade e pelas leis vigentes.

Então em que ele ocorreu? O processo de exposição gratuita de pessoas pela mídia à custa ou pelo patrocínio de armações e gravações clandestinas ´espúrias´ feitas por pessoas e/ou autoridades que se julguem poder fazer o que quiser, sem medir consequências ou mensurar o tamanho das perdas em caso de equívocos, já produziu consideráveis consternações para as vitimas.

Nos Países desenvolvidos, os processos – com exceção de ocorrências policiais corriqueiras – são mantidos longe dos jornalistas para que não haja pré-julgamento por parte da imprensa ou da sociedade e para que a parte acusada não seja incriminada antes do veredicto. Preocupados em se promover ou satisfazer seus egos, entretanto, algumas pessoas, lançam declarações venenosas na imprensa e prejulgam ao sabor de suas alienações, antes mesmo que inquéritos sejam finalizados, e se acham sempre acima da lei, ou a própria lei, para ser mais exato.

O resultado disso? Um conjunto de crimes de injúria, difamação, que, mesmo que sejam reparados financeiramente, abalaram moralmente os envolvidos, e, na maioria dos casos, exigem-se décadas e mais décadas para que a iniquidade seja revista.

Por um acaso o governador Pedro Taques e o secretário Kleber Lima, cometeram alguma transgressão de desvio do erário? Os dois locupletaram a dinheirama pública e fizeram a mágica da multiplicação de seus patrimônios em detrimento a dezenas que desviaram milhões do estado e que já comandaram o Palácio Paiaguás a Assembleia Legislativa e o Tribunal de Contas do estado? Se tanto Pedro quanto Kleber cometerem desvio de conduta contra o patrimônio público, aí sim a imprensa e toda a sociedade devem denunciar os fatos, inclusive no Ministério Público e na justiça. Agora, se não bastasse esses fatores, mesmo propiciando arranhões na honra das pessoas, as ofegantes investidas contra os dois deveriam ter a serenidade, a sensatez e discrição, que são elementos indispensáveis na carreira de alguém com tamanho dever e responsabilidade sobre as costas.

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MPMT entrega brinquedos a filhos de colaboradores terceirizados

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) realizou, nesta quarta-feira (14), na sede da Procuradoria-Geral de Justiça, em Cuiabá, a entrega de brinquedos arrecadados em comemoração ao Dia das Crianças. A iniciativa, promovida pelo Núcleo de Qualidade de Vida (Vida Plena), reuniu diversos brinquedos destinados aos filhos de colaboradores terceirizados da instituição.Durante o evento, o procurador-geral de Justiça, Rodrigo Fonseca Costa, destacou a importância de valorizar os profissionais que contribuem diariamente para o funcionamento do Ministério Público.“Para o Ministério Público, é um prazer e uma honra enorme ter os filhos dos nossos colaboradores, das pessoas que ajudam o Ministério Público a fazer frente às demandas que a sociedade nos traz. Ter os filhos de todos aqui, com essa família Ministério Público reunida, e poder dar uma lembrança alusiva à Semana das Crianças para cada criança, para cada filho ou filha de colaborador, é uma satisfação enorme para o Ministério Público de Mato Grosso”, afirmou.O coordenador da Procuradoria de Justiça Especializada da Defesa da Criança e do Adolescente, promotor de Justiça Paulo Roberto Jorge do Prado também ressaltou o significado da ação e a relação entre a instituição e os colaboradores. “Todos nós que estamos aqui estamos muito felizes, porque consideramos os pais e as mães de vocês como pessoas da nossa família. A gente se encontra e se vê todos os dias. Chegamos e encontramos o prédio limpo, as pessoas sempre sorridentes, tratando todo mundo bem e fazendo com que este local seja um lugar bonito, bom e alegre para trabalhar”, disse.A coordenadora do Núcleo Vida Plena, promotora de Justiça Gileade Pereira Souza Maia, destacou a importância da infância e o papel dos adultos na proteção e no desenvolvimento das crianças.“Esse dia nos lembra de algo que, no corre-corre da vida, às vezes esquecemos. A infância é o tempo da imaginação, da confiança e da descoberta. É quando aprendemos, pela primeira vez, que somos amados e que o mundo pode, sim, ser um lugar muito bom para viver. Cada criança traz consigo uma promessa, e cuidar dessa promessa é responsabilidade nossa, dos adultos, das famílias e também da instituição. Por isso, essa ação tem um significado especial para todos nós”, afirmou.A iniciativa foi recebida com entusiasmo pelos colaboradores e pelas crianças. A colaboradora Haíla Alves Santos avaliou positivamente a atividade. “Foi adorável, foi ótimo. As crianças se divertiram bastante. É o primeiro ano que fazem essa ação conosco, então foi muito bom”, relatou.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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