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Regional da PM em Tangará da Serra tem novo comandante

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Da Redação

O tenente-coronel Wendel Soares Sodré é o novo comandante do 7º Comando Regional de Tangará da Serra. A cerimônia de transmissão de função foi realizada na noite desta quinta-feira (24.10), na sede da Associação Comercial e Empresarial do município

O novo comandante assume o 7º CR em substituição ao coronel Heverton Mourett de Oliveira, que permaneceu à frente da unidade por dois anos e três meses.

Wendel Sodré ingressou na Polícia Militar em 1995 e é graduado e especialista em segurança pública. O militar estava no Comandante do 8º Comando Regional em Juína, e já atuou como coordenador de áreas temáticas do Gabinete de Gestão Integrada da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), assessor militar de operações e informações do Tribunal Justiça de Mato Grosso, comandante do Batalhão de Polícia Militar de Guardas dentre outras função dentro da corporação.

Atualmente o 7º CR conta com 252 policiais militares que atuam no policiamento de oito municípios da região. O tenente-coronel Sodré ressalta que manter a excelência dos serviços prestados pelo o seu antecessor será uma grande responsabilidade e destaca que está é a quarta vez que atua em Tangará da Serra.

“Voltar a esse município é uma honra, este é o meu terceiro retorno a região. Tenho consciência da responsabilidade a mim atribuída, ter como parâmetro de comando coronel Mourett é um desafio, um objetivo a ser alcançado. Vamos potencializar as ações de segurança, temos uma tropa extremamente profissional e resiliente”, diz Sodré.

Fonte: PM-MT   /   Foto: PM-MT

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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