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“R$ 1 Bilhão”: Incentivos aos investimentos poderão salvar milhares de empresas dos setores mais afetados pela pandemia em MT

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Da Redação

A notícia da busca pelo incentivo para investimento de R$ 1 Bilhão, com objetivo de fomentar a retomada da economia de vários setores, que foram prejudicados durante o período da pandemia, “acendeu a luz no fim do túnel”, para milhares de empresários.

O deputado e primeiro secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Eduardo Botelho (DEM) declarou durante uma entrevista, em um programa de televisão, na manhã da última quarta-feira, 28.04.21, que existe a necessidade de incentivar, o investimento aos empresários afetados neste período de pandemia.

“Das cerca de 160 mil empresas de Mato Grosso, boa parte passa por crise financeira”.

FABLICIO RODRIGUES / ALMT

Botelho explicou que o primeiro recurso destinado para incentivar os investimentos, foi na ordem de R$ 50 milhões, porém, segundo ele, este valor é bem inferior para atender a demanda no momento.

“Os primeiros R$ 50 milhões foi como uma gota de água na chapa quente, evaporou em instantes, precisamos trabalhar na ordem de R$ 500 milhões, de R$ 1 bilhão para a retomada de vários setores”, explicou Botelho.

De acordo com informações da Federação do Comércio Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso, os setores como bares, restaurantes, hotéis, pousadas e eventos foram os mais afetados.

Foto: FecomercioMT

Em entrevista com alguns empresários do ramo de restaurantes, de pequeno médio e grande porte, a unanimidade de crise no setor, mostrou a importância do incentivo de investimento para retomada das atividades, em alguns casos, os relatos de endividamento vem desde ano de 2020, na primeira onda, quando houve os primeiros Decretos de fechamentos, ou redução de cliente nos estabelecimento.

“Os Decretos foram medidas adotadas pelos governantes, como forma de resguardar a vida da população, prevenção e combate a propagação da contaminação da Covid-19”.

Esses empresários informaram uma sequência de dividas e mais dívidas, de fornecedores a salários, empréstimos entre outros, sem falar daqueles funcionários que foram demitidos.

Porém, a notícia de recursos para o incentivo ao investimento, movimentou o setor, que viu na informação, a esperança de retomada das atividades, gerando emprego, renda e pagando suas dívidas.

É esperado para os próximos dias, a união de forças entre os deputados, levando a demanda dos setores atingindo pela pandemia, até o Governo do Estado.

“Os investimentos de imediato, além de proporcionar aos empresários as condições de retomada dos serviços, parcelamentos de dívidas, aquisições de produtos, abre a oportunidade de planejamentos e contratações para potencializar o setor”.

Especialistas apontam que o planejamento do aquecimento da economia nos setores afetados, para o final do ano de 2021 e os primeiros meses de 2022, já devem ocorrer em julho, já que é esperado a total abertura do comércio, e os estabelecimentos terão que estar preparados para atender a demanda.

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Tesouro pagou R$ 152,46 milhões em dívidas de estados e municípios

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A União pagou, em julho, R$ 152,46 milhões em dívidas de estados e municípios, na condição de garantidora de operações de crédito contratadas pelos entes subnacionais. Com isso, o valor desembolsado pelo Tesouro Nacional para cobrir parcelas não quitadas pelos devedores chegou a R$ 3,05 bilhões no acumulado de 2026.

É o que mostra o Relatório Mensal de Garantias Honradas pela União em Operações de Crédito e Recuperação de Contragarantias (RMGH), divulgado nesta segunda-feira (17) pelo Tesouro Nacional.

De acordo com o relatório, desde 2016 a União desembolsou R$ 89,58 bilhões para honrar garantias em operações de crédito de estados e municípios. No mesmo período, recuperou R$ 6,06 bilhões por meio da execução de contragarantias.

Apenas em julho deste ano, foram recuperados R$ 5,13 milhões.

O Tesouro Nacional informou que o principal fator para o baixo volume de recursos recuperados é a participação de diversos estados no Regime de Recuperação Fiscal (RRF), mecanismo que prevê a suspensão temporária da execução das contragarantias.

Segundo o órgão, cerca de R$ 79,78 bilhões das garantias honradas desde 2016 referem-se a estados que participam ou participaram do regime. Além disso, há R$ 1,9 bilhão relacionado à compensação por perdas de arrecadação do ICMS decorrentes da Lei Complementar 194/2022.

Outros R$ 516,74 milhões não podem ser recuperados em razão de decisões judiciais que impedem a execução das contragarantias.



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