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Primeira-dama Virgínia Mendes lamenta morte de Arnaldo do Mapim

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Da Redação
A primeira-dama de Mato Grosso, Virgínia Mendes, externou profundo pesar pela morte do líder comunitário Arnaldo do Mapim, ocorrida na madrugada de hoje, 30. Conforme Virgínia, foi com muita tristeza que ela recebeu essa notícia, em face do grande apreço que tinha pelo cidadão Arnaldo, na sua concepção “um lutador nato pelas causas sociais no bairro Mapim, em Várzea Grande, e, também, em outros lugares da Baixada Cuiabana”.
O trabalho social desenvolvido por Arnaldo durante anos, pontuou a primeira-dama, “é digno de aplausos por quantos reconheçam a capacidade das pessoas em fazer sempre o bem pelo simples prazer de ajudar”. Na sua concepção, lideranças comunitárias do porte de Arnaldo do Mapim fazem a diferença em qualquer lugar, e é preciso estender gratidão a essa dedicação extrema, de caráter benevolente, destacou Virgínia.
“Infelizmente, perdemos nosso amigo Arnaldo, pessoa com quem tivemos o prazer de conviver em várias ações parceiras, de âmbito social. Isso nos entristeceu muito: sabemos que o nobre Arnaldo fará muita falta para muitos que eram acolhidos pelo seu coração fraterno. Que seus familiares e outros amigos se sintam confortados, na medida do possível. Sei o quanto isso é difícil, mas somente com fé em Deus e muita persistência haveremos de conseguir. Arnaldo, agora, dará continuidade a outras missões importantes no Plano Celestial, ao lado de Deus”.
“PANDEMIA NÃO ESTÁ BRINCANDO”
Virgínia Mendes também pediu que a população de Mato Grosso continue a adotar todos os cuidados básicos recomendados, a fim de evitar a disseminação do vírus. “É preciso intensificar as medidas de segurança, evitar aglomerações, usar máscara, álcool gel e… ficar em casa! Somente assim haveremos de barrar a impiedosa sequência de mortes que essa pandemia tem perpetrado também em Mato Grosso”.
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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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