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Primeira-dama Virgínia Mendes lamenta morte de Arnaldo do Mapim

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Mato Grosso

Da Redação
A primeira-dama de Mato Grosso, Virgínia Mendes, externou profundo pesar pela morte do líder comunitário Arnaldo do Mapim, ocorrida na madrugada de hoje, 30. Conforme Virgínia, foi com muita tristeza que ela recebeu essa notícia, em face do grande apreço que tinha pelo cidadão Arnaldo, na sua concepção “um lutador nato pelas causas sociais no bairro Mapim, em Várzea Grande, e, também, em outros lugares da Baixada Cuiabana”.
O trabalho social desenvolvido por Arnaldo durante anos, pontuou a primeira-dama, “é digno de aplausos por quantos reconheçam a capacidade das pessoas em fazer sempre o bem pelo simples prazer de ajudar”. Na sua concepção, lideranças comunitárias do porte de Arnaldo do Mapim fazem a diferença em qualquer lugar, e é preciso estender gratidão a essa dedicação extrema, de caráter benevolente, destacou Virgínia.
“Infelizmente, perdemos nosso amigo Arnaldo, pessoa com quem tivemos o prazer de conviver em várias ações parceiras, de âmbito social. Isso nos entristeceu muito: sabemos que o nobre Arnaldo fará muita falta para muitos que eram acolhidos pelo seu coração fraterno. Que seus familiares e outros amigos se sintam confortados, na medida do possível. Sei o quanto isso é difícil, mas somente com fé em Deus e muita persistência haveremos de conseguir. Arnaldo, agora, dará continuidade a outras missões importantes no Plano Celestial, ao lado de Deus”.
“PANDEMIA NÃO ESTÁ BRINCANDO”
Virgínia Mendes também pediu que a população de Mato Grosso continue a adotar todos os cuidados básicos recomendados, a fim de evitar a disseminação do vírus. “É preciso intensificar as medidas de segurança, evitar aglomerações, usar máscara, álcool gel e… ficar em casa! Somente assim haveremos de barrar a impiedosa sequência de mortes que essa pandemia tem perpetrado também em Mato Grosso”.
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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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