Mato Grosso
Primeira-dama atende entidade Valentes de Davi com 350 cestas básicas e cobertores
Mato Grosso
Durante a entrega também foi anunciado que em breve a Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania fará um mutirão para emitir documentos aos assistidos pela entidade
Da Redação
A entidade Valentes de Davi, localizada no bairro Parque Amperco, em Cuiabá, recebeu a visita da primeira-dama Virginia Mendes na manhã de terça-feira (29). Pela terceira vez no local, a primeira-dama fez questão de levar 350 cobertores do Programa Aconchego, além de 350 cestas básicas e kits de higiene e limpeza do Programa Vem SER Mais Solidário.
A Valentes de Davi é uma entidade que acolhe usuários de drogas e pessoas em situação de rua. O local foi criado pela pastora Fátima Correa, que, por meio de doações consegue manter aproximadamente 300 pessoas no local.


Foto por: Jana Pessoa
A primeira-dama Virginia Mendes conheceu a pastora Fátima no ano passado e se sensibilizou muito com o trabalho desenvolvido por ela no local. “Eu desconheço alguém que tenha um coração tão grandioso quanto o da pastora. Ela abriga as pessoas de madrugada, ela acolhe, ela muda a vida dessas pessoas. Eu venho aqui não somente pra ajudar, eu venho porque gosto de ver a transformação que ela faz com as pessoas, e amo ouvir as palavras abençoadas da pastora Fátima. Eu que agradeço a Deus por ter colocado no mundo um ser humano tão bom e que nos ensina a cada dia”, destacou Virginia Mendes.
A secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania, Rosamaria de Carvalho, também participou das entregas e anunciou que em breve a Setasc fará um mutirão para emitir documentos às pessoas assistidas pela Valentes de Davi. “Como nós acompanhamos esse trabalho da Valentes de Davi, sabemos que muitas pessoas aqui não têm documentação. Então, nos próximos dias, nossa Secretaria Adjunta de Cidadania e Inclusão Socioprodutiva vai dar encaminhamento a esse serviço aqui”.


Foto por: Jana Pessoa
Emocionada, a pastora Fátima Correa, afirmou não ter palavras para expressar a alegria em ver a atenção dada pelo Governo do Estado às causas sociais. “Eu não tenho palavras para agradecer, primeiro pelas cestas e cobertores, e agora com essa notícia dos documentos. Muito aqui perderam a documentação e agora terão a oportunidade de fazer tudo, graças a nossa primeira-dama Virginia que tem olhado por nós e nunca mediu esforços para nos ajudar”.
Parceiros da primeira-dama nas ações sociais, também participaram das entregas os vereadores de Cuiabá Dilemário Alencar e Michelly Alencar, além das equipes da Unidade de Ações Sociais e Atenção à Família, da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania, da Defesa Civil do Estado, e da Polícia Militar de Mato Grosso.


Foto por: Jana Pessoa
Mato Grosso
TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.
A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.
O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.
“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.
A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.
“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.
Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.
O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.
Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.
-
Cidades6 dias atrásPivetta cobra providências de prefeita após vídeo de diretor do DAE recebendo dinheiro
-
Política4 dias atrásEleições: propaganda eleitoral começa neste domingo
-
Cidades5 dias atrás“Não venham dizer que é eleitoreira”, dispara Wellington sobre operação contra Mauro
-
Cidades6 dias atrásSinfra avança na compra de equipamentos para Aliança pela Água em VG, afirma Pivetta
-
Política7 dias atrásSenado celebrará criação da Frente Parlamentar pela Paz Mundial
-
Política6 dias atrásCMO aprova crédito extra para atender vítimas de desastres climáticos
-
Política5 dias atrásMP visa combate à fome de populações afetadas por mudanças climáticas
-
Cidades3 dias atrásEducação de Várzea Grande vai ampliar atendimento aos estudantes com implementação da Política de Educação Integral em Escolas em Tempo Integral


Você precisa estar logado para postar um comentário Login