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Presidente Fabinho quer vacinação prioritária também de psicólogos em VG

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Projeto de Lei do vereador Fábio José Tardin –  Fabinho (DEM) prioriza também a vacinação de psicólogos contra a Covid-19. No entendimento do presidente da Mesa Diretora do Parlamento de Várzea Grande, o trabalho dos psicólogos é importantíssimo para garantir equilíbrio emocional às pessoas.

“Diante da pressão de terror imposta pela pandemia, muitos têm perdido o controle, ou entrado em processo depressivo irreversível. Natural que os os profissionais em psicologia sejam vacinados, a fim de melhor resguardar a população. Muitas doenças mentais surgem em meio a crises semelhantes…”

Da Redação

O vereador Fábio José Tardin – Fabinho (DEM), presidente da Câmara de Várzea Grande, comemorou a a aprovação do Projeto de Lei que autoriza a vacinação dos psicólogos na vacinação contra o Covid-19. A proposta, aprovada na sessão ordinária do Legislativo desta terça-feira, 8, é de sua autoria e deve aguardar a sanção ou veto do Poder Executivo. Pelas normativas do projeto, os profissionais priorizados devem comprovar o exercício da profissão no município.

Conforme o parlamentar, a categoria de psicólogo é uma das mais fundamentais na área médica no trato com essa pandemia. Ele citou que os casos de transtornos mentais têm recrudescido em todo o país em decorrência da obrigatoriedade das pessoas em acatar restrições impostas pelas autoridades, em geral. “O isolamento, hoje tão comum por conta dessa doença, tem ocasionado uma série de doenças mentais, pois muitas pessoas entram em pânico. O apoio psicológico tornou-se assim imperioso para trazer algum equilíbrio à sociedade, incluindo melhoria na qualidade de vida”, observou.

Vereador Fabinho (e) e o prefeito Kalil Baracat: parceria sólida pelo bem-comum de Várzea Grande
Foto: omatogrosso

Ainda segundo o parlamentar, o mundo todo passa por um momento delicadíssimo, e os abalos emocionais são comuns por conta da longa transição de processo de dúvidas e apreensões causadas pelo vírus e suas variantes. “Há muitos que estão simplesmente apavorados. Uns, lógico, mantêm certa serenidade. O fato é que essa pandemia, doença que encontrou barreiras sanitárias eficientes em Várzea Grande e no próprio Estado, é ainda uma ameaça latente, está viva. Ninguém pode prever enfim qual serão as próximas novidades em relação à covid-19. Então, essa dúvida coletiva, agravada pelos disfarces e avanços assassinos do vírus, tem mexido com a cabeça de muitos. É aí que a figura do psicólogo entra em ação, promovendo serena acomodação dos conflitos internos. Sem dúvida, é um dos profissionais preciosos nessa cruzada de guerra que o mundo vivencia há meses”, concluiu.

 

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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