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Prefeito participa da abertura da Semana do Migrante nesta sexta

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O evento atende a Lei n 6.668 2021 que prevê execução de ações voltadas à esse público que deixaram as cidades de origem em busca de sustento para suas famílias

Da Redação

O prefeito Emanuel Pinheiro participa nesta sexta-feira (18) da abertura da Semana do Migrante de Cuiabá, por meio de vídeo chamada (via live pelo Facebook: prefeituradecba). O lançamento acontece no auditório da Secretaria de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência, a partir das 19 horas.

A fim de evitar a aglomeração de pessoas, sendo essa uma das principais formas de prevenção ao coronavírus, a participação do público será de forma semi-presencial, sendo dividida em 50% presencial e 50% on line pelo facebook da Prefeitura- fprefeituradecba.

“A Semana do Migrante atender às necessidades e dá suporte aos migrantes, principalmente na capacitação e inclusão ao mercado de trabalho, sendo esse também um compromisso da Prefeitura de Cuiabá com o Pacto Global da ONU”, declarou o prefeito Emanuel Pinheiro.

A programação se estende até o dia 25 de junho onde contempla atividades como palestras, rodas de conversa, Feira Cultural e Gastronômica e uma Sessão Solene realizada pela Câmara Municipal de Vereadores. O evento atende a Lei n 6.668 2021 que prevê execução de ações voltadas à esse público que deixaram as cidades de origem em busca de sustento para suas famílias.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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