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Prefeito Kalil: “Satisfação de estar cumprindo nosso dever é eterno incentivo”

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Com a pandemia ainda em escala ascendente, país afora, imunizar a população – robustecendo as unidades clínicas do município para garantir ampla vacinação – tornou-se uma das prioridades na gestão do prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat. Tanto que o gestor manteve recentes audiências com o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, oportunidade em que oficializou pedido de vacinas extras para VG. Queiroga reafirmou a disposição do governo federal em enviar doses extras da vacina contra a Covid-19 ao Estado, e antecipou a implantação da Tele-UTI no município várzea-grandense

Da Redação

O prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat, comemorou hoje (18) a abertura de vacinação contra covid-19 para pessoas de 45 a 59 anos sem comorbidades, e  gestantes e puérperas, neste caso específico com laudo médico para resguardar a vida da mãe e da criança. Iniciativa que considera grande avanço na campanha de vacinação desenvolvida no município.

Quando em audiência com o ministro Queiroga no último dia 16, Kalil Baracat apresentou as principais demandas de Mato Grosso na área da Saúde Pública, expondo a necessidade de maior aporte de vacinas em Várzea Grande/Cuiabá, porta de entrada de vários estados e países vizinhos a MT.

O ministro Queiroga, na mesma linha de aceno positivo antecipada pelo presidente Jair Bolsonaro, reafirmou a disposição do governo federal em enviar doses extras da vacina contra a Covid-19 ao Estado, contemplando VG/Cuiabá com doses extras, e antecipou a implantação da Tele-UTI no Hospital e Pronto Socorro de Várzea Grande, em parceria com o Hospital das Clínicas de São Paulo.

“Estamos trabalhando em prol do melhor para a cidade e sua população, e, neste momento, o mais importante é vacinar a todos o mais rápido possível”, disse o prefeito, sinalizando que o Ministério da Saúde está cumprindo com a determinação do presidente Jair Bolsonaro em contemplar Várzea Grande e Cuiabá com vacinas extras. “Com isso, temos amplas chances de baixar a faixa etária para 35 anos, ou até menos”.

O prefeito lembrou que, assim como a capital, Várzea Grande sofre com a pressão por atendimento de pacientes de outras cidades do interior de Mato Grosso, de outros Estados e até mesmo de países com os quais o Estado faz fronteira, além de sofrer sempre com a busca por atendimentos médicos e oportunidades de emprego e renda.

“O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, quando nos atendeu, lembrou com propriedade que os Estados que fazem fronteira com outros países da América do Sul devem ter um tratamento diferenciado. Até porque temos em Mato Grosso 902 km de fronteira com a Bolívia, dos quais 720 km de fronteira seca, por onde facilmente se pode entrar em ambos os países”.

Kalil Baracat voltou a frisar que o ideal seria que houvesse vacina para todas as pessoas e ao mesmo tempo. “Mas, como não tem, foi definido um Plano Nacional de Imunização – PNI do Ministério da Saúde, que está sendo cumprido à risca por Várzea Grande”.

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*No site oficial de Várzea Grande pelo www.varzeagrande.mt.gov.br, na aba IMUNIZAÇÃO VÁRZEA GRANDE, a pessoa realiza seu pré-cadastro inserido os dados e as informações solicitadas, sempre tendo o cuidado na digitação de números de documentos, como CPF e Carteira do SUS e endereços de e-mail para não conterem erros que impeçam a validação do agendamento pela Secretaria de Saúde de Várzea Grande e, em até três dias úteis, retorna ao mesmo endereço com seu CPF para confirmar o agendamento, data, horário e local e ser vacinado.

*Nesta sexta-feira, a vacinação acontece no Ginásio Fiotão, das 8h às 16h, para pessoas sem comorbidades. Entre  16h até às 20 horas, acontece o Corujinha com o Resgate Cidadão para atender aquelas pessoas com 60 anos ou mais que, por qualquer motivo, deixaram de ser vacinadas.

 

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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