Mato Grosso

Prefeito Kalil Sanciona projeto de Lei e deposita 5 R$ milhões para compra de Vacinas

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Mato Grosso

Da Redação

O prefeito Kalil Baracat, sancionou projeto de Lei aprovado por unanimidade pelos vereadores para que a Administração Municipal ingresse no Consórcio Nacional de Vacinas das Cidades Brasileiras da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) para adquirir vacinas contra a COVID 19, diretamente dos laboratórios mundiais sem custos adicionais e consignou recursos municipais já em caixa, da ordem de R$ 5 milhões, para a compra de aproximadamente 125 mil vacinas que seriam suficientes para imunizar 125 mil pessoas se uma dose ou 62.500 mil se duas doses.

“Estamos correndo contra o tempo, e nossa melhor perspectiva para atender a população é a vacina, mantendo o tratamento médico e medicamento para os demais casos e demonstrando a necessidade das pessoas se conscientizarem do distanciamento social e dos usos e meios de higienização rigorosos”, assinalou o prefeito de Várzea Grande.

Ele reafirmou que medidas foram adotadas e novas e mais rigorosas podem ser adotadas caso se tenha que preservar vidas humanas e a convivência das pessoas em sociedade.

“Não vamos deixar de adotar medidas mais endurecidas se isto se demonstrar necessário e acredito que somente se a população cooperar poderemos fazer o enfrentamento com resultados positivos”, explicou o prefeito.

Ele sinalizou que vai tentar acelerar a aquisição de vacinas, tanto que já deixou os recursos necessário consignados, ou seja, em separado na conta corrente do município para pagamento à vista, ou seja, “laboratório que tiver disponível e quiser vender vamos comprar para atender a população que espera ansiosa pela imunização”, asseverou Kalil Baracat.

“Quero aqui enaltecer o empenho e dedicação de todos os vereadores, liderados pelo presidente da Casa de Leis, Fabio Tardin que prontamente aprovaram nosso projeto de Lei, assegurando celeridade e eficiência que são atributos mais do que necessários neste momento de pandemia”, explicou Kalil Baracat, que está acionando os senadores Jayme Campos, Wellington Fagundes e Carlos Fávaro, bem como os deputados Federais, Carlos Bezerra com quem se reuniu hoje, Juarez Costa, Neri Geller, Dr. Leonardo e José Medeiros para que auxiliem a cidade na aquisição das vacinas, hoje o mais fundamental dos instrumentos de combate a COVID.

Fora a destinação de recursos para aquisição de vacinas e a abertura de 32 novos Leitos, sendo 10 de UTIs e 22 de enfermaria com respiradores no Hospital Pronto Socorro Municipal, Várzea Grande está ampliando os serviços de oferta de atendimentos, exames e kit COVID, na UPA IPASE que se tornou referência, Policlínica do Parque do Lago e outras 9 UBS – Unidades Básicas de Saúde.

Na UPA IPASE foi montado um consultório médico externo com o objetivo de atender pacientes com sintomas como coriza, febre e tosse com mais agilidade, oferta de exames (PCR e Teste Rápido), evitando assim que pacientes adentrem no ambiente interno que está atendendo apenas casos de COVID 19.

Para o atendimento são observadas as regras de biossegurança, com distanciamento de dois metros entre um paciente ao outro, conforme recomendação da Organização Mundial de Saúde.

A Policlínica do Parque do Lago fará a triagem dos casos leves suspeitos de COVID, oferecendo aos usuários, medicação, exame médico e testes rápido e PCR.

As demais Unidades Básicas de Saúde que farão testes de COVID e atendimentos de casos leves suspeitos:

  • Celestina Gomes Coelho (Água Vermelha);
  • Binoca Maria da Costa (Manga);
  • Manoel Bernardo de Barros (Unipark);
  • Margarida Tavares Pereira (Manaíra);
  • Maria Galdina da Silva (Vila Arthur);
  • Gonçalo Pinto de Godoy (São Matheus);
  • Aurília Salles Curvo (Jardim União);
  • Clínica de Atenção à Saúde do Jardim Glória fará o teste PCR.
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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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