Mato Grosso

Prefeito anuncia nesta segunda-feira vacinação para novo grupo prioritário em Cuiabá

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Mato Grosso

Da Redação

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, lança nesta segunda-feira (03) o programa de imunização contra a Covid-19 para pessoas que compõem o grupo de vulnerabilidade social. A solenidade será realizada às 14h, no auditório da Prefeitura e contará com a presença do deputado Federal Emanuel Pinheiro Neto. 

O prefeito Emanuel Pinheiro revelou que a inclusão deste grupo,  com carroceiros, catadores de recicláveis, dentre outros,  nesta fase da vacinação foi um pedido pessoal da primeira dama, Marcia Pinheiro, pois são pessoas que se encontram em situação de vulnerabilidade e por isso estão mais expostas à contaminação pelo coronavírus.  “Queremos dar prioridade, dentro do que é preconizado pelo Ministério da Saúde a essas pessoas, porque estão expostas demais. São pessoas humildes, trabalhadoras, e segundo pesquisa nacional, são o maior número de internados em enfermarias e leitos de UTIs”, explicou o prefeito.

Serviço:

O que: Lançamento da vacinação para trabalhadores em vulnerabilidade social

Quando: Segunda-feira (03), às 14h

Onde: Auditório do Palácio Alencastro, na Prefeitura de Cuiabá

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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