Mato Grosso

Prefeito Alex Berto desenvolve ações que Rosário Oeste reivindicava há anos

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Formato dinâmico implementado pelo gestor em Rosário Oeste tem agradado os munícipes, posto que a atual gestão atende categorias e regiões distintas diuturnamente. O prefeito Alex Berto afirma que sua meta é dinamizar empreendimentos que contemplem o todo do município

Da Redação

Considerado uma ‘boa surpresa administrativa’ em Rosário Oeste (92.27 km de Cuiabá-MT) , o prefeito Alex Steve Berto [Solidariedade] disse hoje (23] inexistir qualquer metodologia diferenciada no seu jeito de administrar o município, que faz divisa natural com Jangada, Acorizal e Nobres.  “Apenas acordo cedo e vou dormir tarde, sem perder o foco em fazer o melhor por Rosário”, sintetizou Alex. Os  habitantes da cidade já se acostumaram a vê-lo fiscalizando obras nas primeiras horas da manhã, ou mesmo à noite. 

O “foco” a que se refere o gestor municipal implica no emprego de estratégias eficazes de trabalho em setores distintos do popular município mato-grossense, ações desencadeadas pela sua equipe técnica/operacional de governo. Os bons resultados desse esforço integrado entre prefeito e colaboradores têm sido conferidos no dia a a dia pela população. “Formamos uma equipe intrínseca, fortemente determinada em construir a Rosário de amanhãs promissores”, diz.

Alex Berto afirma assim que a tendência é de Rosário melhorar gradualmente seu perfil progressista, processo iniciado desde sua posse no Paço Municipal, em janeiro último. No que depender do seu empenho à frente da administração municipal, garantiu, isto acontecerá. O prefeito entende que há um arsenal ilimitado de ações e obras que aguardam agilização gestora, e promete fazer com que isto aconteça, o mais breve possível.

“Encontrei um município fragmentado administrativamente, com demandas que clamavam solução urgente, a exemplo de melhorias na rede hospitalar municipal, Educação, saneamento básico e malha viária, entre outras deficiências gritantes. Inicialmente, saneamos as despesas, retomando o equilíbrio orçamentário, passo vital para buscarmos mais investimentos e parcerias. Na sequência, as boas coisas começaram efetivamente a acontecer. Rosário merece o melhor, sem dúvida, e tem nosso compromisso zeloso por ela”.

 

 

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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