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Policial militar é preso após repassar informações para organização criminosa em Confresa

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Da Redação

O policial militar Vanderlei Moreira Xavier de 34 anos, foi preso por envolvimento com o tráfico de drogas, na cidade de Confresa (1.160 km de Cuiabá). O militar estava repassando informações para o Comando Vermelho (CV) para que eles pudessem se safar de ações policiais.

Ele estava lotado na 3ª Companhia da Polícia Militar (PM), e após ser detido foi entregue pelo comandante no 10º Comando Regional, na cidade de Vila Rica (1.259 km da Capital).

O militar “caiu” após um faccionado foi preso em uma abordagem por tráfico e mostrou mensagens trocadas com o policial, no qual ele informava sobre uma ação que iria acontecer. O celular do traficante foi apreendido. Diante da situação, uma equipe se deslocou até a casa do militar e o prendeu.

Em nota foi informado que “o comando do 10º CR em Vila Rica e Corregedoria Geral, com sede em Cuiabá, têm ciência e acompanham o procedimento instaurado pelo comando da unidade em Confresa para apurar a conduta do policial”.

Veja nota na íntegra:

O comando da 3ª Companhia de Polícia Militar de Confresa (1.160 km de Cuiabá), informa que a prisão do soldado em questão foi efetuada por uma equipe desta mesma unidade militar.

A prisão ocorreu na manhã do ultimo sábado(13.03), quando, o Comandante da UPM determinou a prisão no momento em que foi informado pela equipe de serviço que em uma abordagem a um suspeito  de tráfico  comprovou o envio de mensagem pelo policial, via aplicativo whasapp, ao celular de um dos integrantes da organização criminosa informando sobre a ação policial com identificação e abordagem dos suspeitos por tráfico de droga. Preso em sua residência, o policial foi autuado em flagrante delito e apresentado em juízo, tendo sua prisão homologada pela autoridade judiciária.

O soldado encontra-se recolhido em unidade da PM em Vila Rica, sede do 10º Comando Regional, ao qual a 3ª Cia de Confresa está vinculada administrativa e operacionalmente. Informa ainda que o comando do 10º CR em Vila Rica e Corregedoria Geral, com sede em Cuiabá, têm ciência e acompanham o procedimento instaurado pelo comando da unidade em Confresa para apurar a conduta do policial.

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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