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Polícia Militar prende três suspeitos de furto de caminhonete em Cuiabá

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Mato Grosso

Da Redação

A Polícia Militar prendeu na tarde desta terça-feira (08) três acusados de receptação e furto de uma caminhonete Ford F-4000, cor prata, no bairro Jardim Industrial, em Cuiabá.

W.F.B., 25 anos, L.L.C., 33 anos e A.E.J.P., 29 anos são acusados do furto da caminhonete que aconteceu na Av. Fernando Correa, rapidamente a polícia foi acionada e após diligências conseguiu recuperar o veículo que estava estacionado em uma rua do bairro Distrito Industrial.

Quando chegaram no local os policiais foram informados que a caminhonete havia sido deixada por três suspeitos, após deixar a caminhonete no local um veículo Ford Fiesta, cor prata, se aproximou e deu carona para os suspeitos. Em dado momento os policiais avistaram o veículo suspeito que estava com uma das lanternas quebradas, após um acompanhamento tático os suspeitos pararam o veículo e foram abordados.

Um dos suspeitos era foragido da justiça, todos os envolvidos possuem passagens por receptação, furto, roubo, porte ilegal de arma de fogo, formação de quadrilha e tráfico de drogas. Os três foram encaminhados para a Central de Flagrantes de Cuiabá onde foi lavrado um Boletim de Ocorrência e posteriormente foram apresentados a Polícia Civil para serem tomadas as medidas cabíveis.

Foto: PM-MT

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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