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PM fecham festa de 15 anos com mais de 200 convidados em Cuiabá

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Da Redação

A policia militar fechou uma festa clandestina , em comemoração aos 15 anos’ com mais de 200 convidados foi fechada por fiscais da Secretaria de Ordem Pública (Sorp) durante a madrugada do último sábado (20) no espaço de eventos “Elloh”, localizado no bairro Jardim Brasil, em Cuiabá.

No momento da abordagem da fiscalização, com apoio da Polícia Militar (PM), os envolvidos tentaram correr, mas muitos foram detidos e autuados pelos policiais.

Foi constatado que o evento não se tratava de uma ‘festa aberta’, era um evento para convidados, porém, ainda assim, em desrespeito aos decretos vigentes que visam conter o avanço do contágio do novo coronavírus, o qual estava causando aglomeração, além da falta de cuidados de biossegurança e desobediência do toque de recolher.

Durante revista no local foi verificado a presença de vários menores de idade que estariam fazendo uso de bebidas alcoólicas e outras drogas.

O proprietário do espaço não foi localizado, porém, já foi identificado e será autuado pela Sorp como responsável pela ‘desordem pública’, além de poder responder criminalmente pelo flagrante dos menores no estabelecimento.

“Chegamos ao local e as pessoas que estavam nessa festa clandestina, onde deixaram tudo aberto e o responsável pelo local não foi localizado. Aparentemente, a festa era somente para convidados. Mas iremos encontrar o responsável, isso é inadmissível. Enfrentamos hoje, a falta de leitos hospitalares, estamos vendo unidades de saúde limitando atendimento por causa do vírus e as pessoas estão fazendo festas”, lamentou o secretário da Sorp, Leovaldo Sales.

Para denunciar festas clandestinas e eventos com aglomerações, a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Sorp) disponibiliza o telefone 65- 3616-9614 (Disque Denúncia) de segunda a sexta-feira em horário comercial.

A população também deve acionar a Polícia Militar via o 190.

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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