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Pecuaristas podem fazer comunicação de vacinação contra aftosa por e-mail

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Da Redação.

A vacinação contra a febre aftosa em Mato Grosso está em andamento. Cerca de 30 milhões de cabeças de gado deverão ser imunizadas até 10 de junho e a comunicação ao Instituto de Defesa Agropecuária (Indea-MT) poderá ser feita até 20 de junho.

Os pecuaristas estão se adiantando: 22,9% dos estabelecimentos rurais já comunicaram a vacinação – 9,14% a mais que na etapa passada para esta data. Até domingo (17.05), o Indea-MT registrou 24,21% dos bovinos e bubalinos já vacinados e com comunicação realizada, um aumento de 11,74% em relação à etapa passada nesta mesma data.

“Devido à pandemia do novo coronavírus, o Indea optou por antecipar a vacinação e prorrogar a comunicação ao órgão. Desta forma, conseguiremos evitar aglomerações nas lojas veterinárias e também nas unidades do Instituto em todo o Estado”, explica Luiz Fernando Flamínio, presidente do Indea-MT.

De acordo com João Marcelo Brandini Nespoli, coordenador de Sanidade Animal, há a opção de o pecuarista fazer a comunicação por e-mail. “Queremos que os produtores vacinem seu rebanho e comuniquem imediatamente ao Indea. Por isso, pensamos na facilidade de fazer pela internet seguindo o passo a passo disponível no site”, diz. As orientações encontram-se no link: https://bit.ly/3bCuctI

Foto:  Francisco Alves – SECOM MT

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Durigan defende que Brasil deve ampliar comércio exterior

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira (17) a estratégia de abertura do comércio de produtos brasileiros para outros países. 

Segundo ele, outros governos e investidores olham para o Brasil com confiança. “Em um mundo de incertezas, temos de construir o Brasil como um porto seguro, temos de projetar segurança e previsibilidade”, disse ao participar de evento na capital paulista.

Para Durigan, essa abertura deve ser baseada em negociações e não de dependência de um parceiro exclusivo, na Ásia ou na América do Norte, por exemplo.

“[O Brasil] vai fazer o debate sabendo de suas fraquezas e fortalezas”, apontou.

A fala do ministro ocorre no momento de tensão entre Brasil e Estados Unidos. Na semana passada, o governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica

Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.

Medidas fiscais

Durigan também argumentou sobre a adoção de medidas, como bloqueio de orçamento e limite de gastos obrigatórios, para que o país mantenha a estabilidade fiscal. 

“Precisamos manter uma trajetória fiscal, sem desestabilizar”, disse.

Sobre a reforma tributária, o ministro reconhece que pode amedrontar, por impor muitas mudanças. Porém, Durigan acredita que 2027 será um importante ano para a transição, e que, ao final, resultará em um sistema melhor, a médio e longo prazo, para o país. 

A questão dos juros também foi abordada. Durigan afirmou que não há condições de discutir crédito no país sem “juros civilizados”, por, conforme o ministro, serem a “milha final” dos ajustes de médio prazo necessários para o desenvolvimento do país.



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