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Operação Carga Máxima: A ação de prevenção e repressão à violência será lançada hoje

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Da Redação 

Com o objetivo de reforçar o policiamento em bairros com maiores índices de ocorrências criminais, a 20ª Companhia Independente de Força Tática de Cuiabá, unidade do 1º Comando Regional da Polícia Militar, lança nesta quinta-feira (17.09), as 17hs, a Operação Carga Máxima.

A ação é um desdobramento da Operação Ostensividade Total, que já está em curso desde o dia 20 de agosto em todo Estado de Mato Grosso.

Oito equipes, com um total de 32 policiais, se concentrarão no canteiro central da Avenida Historiador Rubens de Mendonça (do CPA), próximo da via de acesso ao Bosque da Saúde, de onde sairão às ruas.  

A prioridade de operação são os bairros com maiores índices de ocorrências criminais – tráfico de droga, roubos e homicídios. Além da presença dos policiais com serviço de patrulhamento, a Força Tática estará abordando carros, motos e checando a documentação dos respectivos condutores, e fazendo ações em bares, lanchonetes, entre outros.

O comandante da Força Tática, tenente-coronel Osmário Oliveira Júnior, observa que o planejamento dessa operação tem como base os relatórios das análises criminais e visa ampliar a presença ostensiva na prevenção e repressão qualificada da violência.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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