Mato Grosso

Operação Bairro Seguro tem balanço parcial de 62 prisões em Cuiabá

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Mato Grosso

Da Redação

 

Os dados parciais em Cuaibá da 8ª edição da Operação Bairro Seguro já contabilizam 62 prisões, 19 veículos apreendidos e oito recuperados, 202 pessoas abordadas e 10 armas de fogo apreendidas. A operação foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (24.08) de maneira simultânea nos 141 municípios mato-grossenses.

Ainda em Cuiabá, foram cumpridos 60 mandados entre prisões, internações cautelares e prisões temporária, outros 12 mandados de busca e apreensão, 97 termos circunstanciados, 33 flagrantes delitos. O Corpo de Bombeiros fiscalizou 71 estabelecimentos.

O secretário de Segurança Pública, Rogers Jarbas, avalia que as forças têm participado e interagido cada vez mais. A troca de informações é constante, o que favorece o sucesso das operações. “A Operações Bairro Seguro tem como foco o combate ao latrocínio que são as mortes violentas decorrentes de roubo e crimes patrimoniais, além dos homicídios e roubos de forma geral. Estamos atacando também o tráfico de drogas nessa oitava edição, porque sabemos que o tráfico doméstico de drogas tem incomodado a população”, destaca.

O comandante-geral da Policia Militar, coronel Marcos Vieira da Cunha, acrescentou que a PM também desenvolve a operação Cerco Total.

“Os mandados foram cumpridos de forma integrada. O trabalho preventivo vem registrando dados positivos. O que incomoda a sociedade são os pequenos tráficos e combatendo lá na ponta, atingimos o objetivo de aumentar a sensação de segurança”, destacou.

O delegado geral da Policia Civil, delegado Fernando Vasco Spinelli, afirmou que foi realizado um levantamento pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes, que identificou 10 locais suspeitos de funcionarem como bocas de fumo. Junto com a Polícia Militar foi realizado um trabalho integrado no cumprimento das buscas, apoiado pelo canil do Batalhão de Operações Especiais (Bope). Um dos cães foi responsável por identificar porções de entorpecentes escondidos em um terreno baldio, no bairro Santa Isabel.

“Quanto mais próximas estiverem as forças de segurança, com o trabalho em conjunto na troca de informações, mais ganhamos tempo para efetuar as prisões em flagrante. Com essa integração, os índices de criminalidade irão cair”, disse o delegado.

O presidente do Detran, Arnon Osny destacou a Operação Leia Seca que foi ampliada em diversos municípios. Ele acrescentou que o Detran adquirou mais bafômetros para as operações. “Acreditamos que os acidentes com vítimas fatais tendem a diminuir, pois 65% dos casos registrados são provocados pela ingestão de bebida alcoólica e direção”, completa.

O planejamento inclui ainda centenas de ações ostensivas e preventivas ao longo das próximas 24 horas, tais como blitzes, bloqueios, fiscalização de estabelecimentos comerciais pelos Bombeiros e abordagens de veículos e pessoas.

Balanço

Nas sete primeiras operações “Bairro Seguro” deflagradas este ano pela Sesp,  76.720 pessoas foram abordadas. Outras 1.086 foram presas em flagrante e 1.625 conduzidas para esclarecimento. 

Foram ainda cumpridos 624 mandados de prisão, internação cautelar e prisão temporária, além de 584 mandados de busca e apreensões. Foram apreendidos 327 kg de drogas e 251 armas de fogo. 

O número de veículos apreendidos foi de 1.117 e outros 24.410 foram abordados pelos agentes públicos. Outro resultado positivo vem do Corpo de Bombeiros. Desde janeiro deste ano, apenas com a ação integrada, a corporação realizou 701 fiscalizações a estabelecimentos comerciais. 

As ações fazem parte da metodologia de trabalho da Secretaria de Estado de Segurança Pública para o enfrentamento da criminalidade violenta.

Bairro Seguro

A Operação Bairro Seguro é fruto de um planejamento integrado em todos os níveis de ação: estratégico, tático e operacional, atendendo demandas que estavam reprimidas.

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Servidores da Corregedoria concluem curso de mediação e conciliação

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Dez servidores do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje) e assessores de gabinetes da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) concluíram o Curso Básico de Mediação e Conciliação Judiciais. A capacitação desenvolveu conhecimentos teóricos e práticos sobre mediação e conciliação judiciais, para a atuação autocompositiva no âmbito judicial.

O gestor de capacitação e avaliação do Nupemec, Carlos Campelo é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos e barba grisalha, veste camisa polo escura. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Segundo o gestor de capacitação e avaliação do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Carlos Campelo, a formação contribui para ampliar a cultura do diálogo e da solução consensual de conflitos.

“As técnicas aprendidas durante a capacitação não se restringem ao ambiente de trabalho e podem ser aplicadas em diversas situações do cotidiano. Quando mais profissionais estiverem atuando nessa área, sejam servidores ou sociedade em si, mais pessoas irão conseguir resolver seus conflitos com diálogo, pois o primeiro passo para que isso ocorra é saber se comunicar”, afirmou.

A diretora do Daje, Shusiene Machado, é uma mulher de pele clara, cabelos castanhos lisos na altura dos ombros, veste blazer cinza sobre blusa da mesma tonalidade e usa colar com pingente em formato de cruz. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A diretora do Daje, Shusiene Tassinari Machado, destacou que a capacitação contribuiu para ampliar o conhecimento da equipe sobre os mecanismos consensuais de resolução de conflitos e irá fortalecer o apoio às atividades desenvolvidas pelos Juizados Especiais.

“Esse curso será um divisor de águas na nossa atuação, na gestão dos conciliadores credenciados que atuam nos processos judicias dos Juizados Especiais. Pois agora compreendemos não apenas a parte administrativa, mas também a teoria e a prática da mediação judicial”, explicou.

Curso – A capacitação foi dividida em duas etapas. A parte teórica, realizada presencialmente entre 24 e 28 de setembro de 2025, com carga horária de 40 horas e que incluiu simulações práticas de audiências de mediação. E a segunda etapa, o estágio supervisionado realizado entre fevereiro a junho deste ano, pela plataforma Microsoft Teams, com 60 horas práticas com casos reais.

Ana Tereza Pereira Meira, instrutora de mediação e justiça restaurativa, é um mulher de pele clara, cabelos longos castanho-claros, veste blusa sem mangas em tom claro com detalhes escuros e usa brincos discretos. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A instrutora de mediação e justiça restaurativa, Ana Tereza Pereira Meira, responsável pelo acompanhamento da etapa prática, destacou que a formação proporciona mudanças que refletem diretamente no atendimento prestado à população. “A pessoa que faz um curso de mediação, se torna diferente. Os alunos aprendem uma comunicação melhor, uma comunicação mais harmônica e isso ajuda no atendimento do público e do Poder Judiciário”, disse.

O gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos, veste camisa social amarela de mangas longas. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Para o participante da capacitação, o gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa, a formação proporcionou uma compreensão melhor da realidade dos conciliadores e juízes leigos que atuam nos Juizados Especiais. “Antes a gente trabalhava mais sob a perspectiva administrativa, agora nós sabemos exatamente como funciona, quais os desafios e isso contribuirá para o nosso trabalho de apoio e gestão”, pontuou.

O treinamento é uma iniciativa da CGJ-MT, com apoio da Escola dos Servidores e do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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