Mato Grosso
Número de presos suspeitos de participação em explosão de caixa eletrônico sobe para 12; um menor foi apreendido (Veja Fotos)
Mato Grosso
Da Redação
A Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) prendeu mais cinco suspeitos de participação em furtos mediante explosão de caixas eletrônicos, as novas prisões aconteceram nesta terça-feira (03), no total já foram presos 12 pessoas, e um menor apreendido que estariam envolvidas na explosão de um caixa eletrônico em uma agência do Banco do Brasil, no bairro CPA II na madrugada da última segunda-feira (02).
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As prisões aconteceram na tarde de terça-feira (03) no bairro Jardim Vitória, em Cuiabá, com o bando, a polícia encontrou bacias cheias de cédulas que estavam sendo lavadas com garrafas de Whisky para retirar as manchas de tinta antifurto das cédulas.
Os nomes dos presos não foram divulgados, de acordo com a delegada responsável pelo caso, Juliana Chiquito Palhares, ainda não é possível saber qual foi o valor apreendido com os criminosos, ainda de acordo com a delegada, será realizada a contagem dos valores apreendidos.
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Na tarde de segunda-feira a polícia recuperou R$ 63 mil que estavam em posse de outros suspeitos que também foram presos, na ocasião, foram realizadas buscas em três residência, em Cuiabá. Com um dos detidos, foram encontradas várias porções de entorpecentes, outro detido, estava com R$ 3 mil que seria referente ao pagamento por ter participado da ação.
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Dentro das próximas horas, a GCCO deve divulgar um novo balanço em relação aos valores recuperados e também em relação as prisões e apreensões.
Fotos: PJC-MT


Mato Grosso
TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.
A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.
O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.
“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.
A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.
“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.
Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.
O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.
Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.
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