Mato Grosso

Nova superintendente da CEF visita Emanuel e reafirma parceria

Publicado em

Mato Grosso

Secretários municipais de Governo, Luís Cláudio de Castro Sodré e de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, Francisco Vuolo, participaram da reunião

Da Redação

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, recebeu na tarde desta segunda-feira (3), no Palácio Alencastro, visita de cortesia da nova superintendente da Caixa Econômica Federal Marina Aguilera recém chegada a capital.

“É com grata satisfação que recebo a visita da primeira mulher a assumir a superintendência da entidade financeira, sendo essa importante parceira da Prefeitura em projetos para nossa estimada Cuiabá, tendo como exemplo a revitalização do Mercado do Porto e a maior obra estruturante de nossa cidade, o Contorno Leste”, declarou o prefeito Emanuel Pinheiro.

Agradecida pela receptividade, a superintendente Marina Aguilera reiterou a parceria que já vem sendo firmada com o Executivo municipal. “Tenha a mesma confiança prefeito. O trabalho que já vinha sendo desenvolvido entre a Prefeitura e Caixa Econômica terá continuidade. Estamos à disposição para contribuir no que for preciso”, afirmou Marina. “Cuiabá está muito bem administrada”, complementou. 

Estiveram presentes à reunião o superintendente Executivo de Governos da Caixa, Adriano Moura e os secretários municipais de Governo, Luís Cláudio de Castro Sodré e de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, Francisco Vuolo.

Davi Valle

Durante a reunião, o prefeito fez o convite para a superintendente para a entrega e inauguração da obra de revitalização do Beco do Candeeiro, na próxima segunda-feira (10), às 18h30.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Mato Grosso

TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

Publicados

em


O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA