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Na Seleção de Silval Barbosa, o camisa 10 era Jandir Milan

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Mato Grosso

Da Redação.

Mais uma delação pode agravar ainda mais a situação do camisa 10, Jandir Milan que foi é considerado um verdadeiro “maestro”, na seleção de jogadores do ex-governador Silval Barbosa.

Com tantas denúncias surgindo envolvendo o nome de Jandir Milan juntamente com empresas ligadas a ele, é de se imaginar o que foi feito no período das obras da Copa de 2014, quando os boatos de desvios rondaram a casa de R$ 2 bilhões.

“Pode-se dizer que para Jandir Milan e os cinco conselheiros afastados do Tribunal de Contas, foi o verdadeiro Parque de Diversões com dinheiro alheio”.

Em novembro de 2019, o promotor de Justiça, Clovis de Almeida Júnior estabelece as investigações sobre as denúncias, realizadas pela delação premiada de Cesar Zilo e Pedro Elias afirmando que Jandir Milan “orquestrava” um esquema de pagamento de propinas, aos gestores da Secretaria de Administração, para o Governo do Estado não atrasar os pagamentos da empresa Abaco.

“Os esquemas de pagamentos de propina teriam sido realizados em 2011”.

Empresa Abaco Tecnologia da Informação, proprietário –  Jandir Milan.

Esta empresa é conhecida no estado de Mato Grosso, como a campeã das licitações, ainda não se sabe quais são as causas, circunstâncias e razão para tanta vitória, até parece a última seleção brasileira, que ganhou o campeonato mundial, “imbatível”.

Neste caso, pelo tudo indica, os talentos dos jogadores era aditivado por cifrões, seja de origem pelo “técnico” Silval Barbosa, ou pelo camisa 10, Jandir Milan.

O VAR (delação premiada), que hoje auxilia os árbitros de futebol, estaria também colaborando com a Justiça, já que nunca se ouviu falar tanto em delação como tentativa de amenizar as punições da Justiça.

Desta vez os delatores Cesar Zilo e Pedro Elias contaram sobre o esquema de R$ 34 milhões, envolvendo Jandir Milan e sua empresa Abaco.

“Só neste suposto esquema, o prejuízo aos cofres públicos chegam aos R$ 34 milhões”.

Foto: Divulgação.

De acordo com informações de bastidores, todos os agente públicos, como prefeitos e presidente de Câmaras, por exemplo, que fizeram negócios com a empresa Acabo nos últimos anos, estão amedrontados, já que podem receber uma bela visita da Polícia Federal ao amanhecer.

Jandir Milan está sendo apontado como a “peça” fundamental dos principais esquemas de desvios de recursos públicos, ocorrido no estado de Mato Grosso nos últimos anos, especialistas apontam que sua prisão, consecutivamente a sua delação, poderá desencadear e centenas de prisões.

Os seus supostos esquemas viraram assuntos em todo estado, ontem dia, 14.07. o presidente do SINPAIG-MT, Edmundo Cesar teceu duras críticas e realizou forte denúncias envolvendo o nome do ex-presidente da Fiemt, Jandir Milan.

Com tantos anos “orquestrando” supostas licitações, vendas, propinas, superfaturamentos, corrompendo, extorquindo e roubando, o patrimônio oculto de Jandir Milan é incalculável. 

“Na manhã desta quarta-feira, 15.07, a Polícia realizou uma operação para cumprir o mantado de busca e apreensão contra o empresário, Antônio Fernando Pereira Ribeiro, dono da empresa LOG LAB para investigar esquemas de fraudes, em contratos de prestação de serviços de sistemas informáticos no estado de Goiás, em 2017. De acordo com informações de bastidores, o esquema praticado no estado vizinhos seria uma ramificação do realizando em Mato Grosso, o que pode colocar mais uma vez o ex-presidente da Fiemt, Jandir Milan na mira da Justiça”.

  

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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