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Mutirão Prati-Cidade inova em oferecer políticas de fomento ao micro-empreendedor

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Da Redação

 

O projeto socioassistencial “Prati-Cidade” da Prefeitura de Várzea Grande inovou nesta edição. Entre os parceiros do evento esteve presente a Agência de Fomento do Estado de Mato Grosso “Desenvolve MT”. Moradores de nove bairros puderam conhecer de perto oportunidades de fomento ao micro e pequeno empreendedor. O mutirão foi realizado durante todo o dia desta sexta-feira (01), na Escola Municipal de Educação Básica “Líbia da Costa Rondon”, no bairro 24 de Dezembro.

“A parceria com o ‘Desenvolve MT’ será mais uma oportunidade para a população várzeagrandense, vez que eles passam a integrar nosso mutirão. O objetivo da administração municipal é de desenvolver políticas públicas de fomento ao cidadão que quer empreender. Vemos muito potencial nas comunidades onde a Secretaria Municipal de Assistência Social desenvolve seus projetos. Por exemplo, o programa ‘Amigas Empreendedoras’. Muitas mulheres aprendem um oficio com o programa, mas não sabem onde e como conseguir recursos para comprar equipamentos e matéria-prima para iniciar o próprio negócio”, justificou a secretária municipal de Assistência Social, Kathe Martins explicando que o “MT Desenvolve” completa um ciclo de políticas públicas no fomento ao empreendedorismo aos menos favorecidos.

Segundo a secretária, o objetivo de inserir o novo parceiro ao “Prati-Cidade” é de oportunizar a melhoria das condições de vida da sociedade várzeagrandense, com ênfase no enfrentamento das diferentes formas de manifestação das desigualdades sociais. “Além de ensinar, queremos oportunizar a essas pessoas que tem um pequeno sonho, em crescer. Com isso estamos no caminho do desenvolvimento, e da redução da pobreza e das desigualdades sociais”, citou a secretária.

Para o chefe de divisão do “Desenvolve MT” presente no “Prati-Cidade”, Jackson Pires, a agência de fomento do Estado é atualmente a única que apoia o pequeno empreendedor. “Trabalhamos com diversas linhas de apoio ao pequeno e médio empreendedor. Oferecemos um trabalho técnico desde a análise da viabilidade do negócio pretendido até os recursos para compra de equipamentos ou mesmo capital de giro. Seja para uma costureira, um vendedor ambulante ou um comércio em geral. Verificamos que aqui no bairro 24 de Dezembro todos esses pequenos comerciantes poderiam ter acesso aos benefícios do ‘Desenvolve MT’ para que pudessem expandir e até gerar mais empregos”, declarou.

De acordo com Jackson Pires o “Desenvolve MT” foi criado com a missão de gerar, utilizar e difundir conhecimento sobre empreendedorismo, além de viabilizar financiamentos com taxas abaixo das praticadas pelas agências bancárias e com a vantagem de oferecer carência para o início de pagar as parcelas. “Entendemos que quem está começando um negócio precisa de um tempo de carência para começar a produzir. Uma facilidade que as instituições bancárias não oferecem”, esclarece.

Além de financiamento para empresas ou pessoas físicas a agência também trabalha com projetos de ampliação e modernização da capacidade produtiva, como a aquisição de máquinas, equipamentos, móveis e utensílios. “Um jovem recém-formado, por exemplo, advogados, engenheiros, podem querer abrir o escritório próprio. Ou então, o pequeno produtor da agricultura familiar que precisa melhorar sua irrigação. Nós investimos nessas idéias também”.

O morador do bairro 24 de Dezembro, Aguinaldo Antunes, passou na sala da agência de fomento durante o “Prati-Cidade” para tentar uma nova oportunidade. “Eu sou pedreiro mas com essa crise preciso pensar em uma forma de sobreviver e pagar o meu aluguel. Pensei em comprar uma máquina de assar frango para que eu possa melhorar a renda em casa”, declarou.

O chefe de divisão do “Desenvolve MT”, Jackson Pires, explica que muitos negócios iniciam e logo acabam, isso porque, as pessoas investem recursos e não planejam. “Aqui na agência nós também orientamos com planejamento para que os novos empreendedores tenham sucesso. Empreender é decidir realizar tarefas difíceis e trabalhosas, mas se for bem planejado o sucesso é certo. Do ponto de vista de políticas públicas, o empreendedorismo é um catalisador primário do crescimento econômico e do desenvolvimento regional. Parabéns à Prefeitura de Várzea Grande por levar essa oportunidade aos menos favorecidos”, afirmou.

A terceira edição do “Prati-cidade” atendeu com inúmeros serviços públicos de todas as pastas municipais e parceiros aos moradores dos bairros 24 de Dezembro, Novo Mato Grosso, Souza Lima, Gonçalo Botelho, 7 de Maio, Parque Pequizeiro, Gilson de Barros, Capão do Pequi, Parque das Nações e Eliane Gomes. 

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Servidores da Corregedoria concluem curso de mediação e conciliação

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Dez servidores do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje) e assessores de gabinetes da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) concluíram o Curso Básico de Mediação e Conciliação Judiciais. A capacitação desenvolveu conhecimentos teóricos e práticos sobre mediação e conciliação judiciais, para a atuação autocompositiva no âmbito judicial.

O gestor de capacitação e avaliação do Nupemec, Carlos Campelo é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos e barba grisalha, veste camisa polo escura. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Segundo o gestor de capacitação e avaliação do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Carlos Campelo, a formação contribui para ampliar a cultura do diálogo e da solução consensual de conflitos.

“As técnicas aprendidas durante a capacitação não se restringem ao ambiente de trabalho e podem ser aplicadas em diversas situações do cotidiano. Quando mais profissionais estiverem atuando nessa área, sejam servidores ou sociedade em si, mais pessoas irão conseguir resolver seus conflitos com diálogo, pois o primeiro passo para que isso ocorra é saber se comunicar”, afirmou.

A diretora do Daje, Shusiene Machado, é uma mulher de pele clara, cabelos castanhos lisos na altura dos ombros, veste blazer cinza sobre blusa da mesma tonalidade e usa colar com pingente em formato de cruz. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A diretora do Daje, Shusiene Tassinari Machado, destacou que a capacitação contribuiu para ampliar o conhecimento da equipe sobre os mecanismos consensuais de resolução de conflitos e irá fortalecer o apoio às atividades desenvolvidas pelos Juizados Especiais.

“Esse curso será um divisor de águas na nossa atuação, na gestão dos conciliadores credenciados que atuam nos processos judicias dos Juizados Especiais. Pois agora compreendemos não apenas a parte administrativa, mas também a teoria e a prática da mediação judicial”, explicou.

Curso – A capacitação foi dividida em duas etapas. A parte teórica, realizada presencialmente entre 24 e 28 de setembro de 2025, com carga horária de 40 horas e que incluiu simulações práticas de audiências de mediação. E a segunda etapa, o estágio supervisionado realizado entre fevereiro a junho deste ano, pela plataforma Microsoft Teams, com 60 horas práticas com casos reais.

Ana Tereza Pereira Meira, instrutora de mediação e justiça restaurativa, é um mulher de pele clara, cabelos longos castanho-claros, veste blusa sem mangas em tom claro com detalhes escuros e usa brincos discretos. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A instrutora de mediação e justiça restaurativa, Ana Tereza Pereira Meira, responsável pelo acompanhamento da etapa prática, destacou que a formação proporciona mudanças que refletem diretamente no atendimento prestado à população. “A pessoa que faz um curso de mediação, se torna diferente. Os alunos aprendem uma comunicação melhor, uma comunicação mais harmônica e isso ajuda no atendimento do público e do Poder Judiciário”, disse.

O gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos, veste camisa social amarela de mangas longas. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Para o participante da capacitação, o gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa, a formação proporcionou uma compreensão melhor da realidade dos conciliadores e juízes leigos que atuam nos Juizados Especiais. “Antes a gente trabalhava mais sob a perspectiva administrativa, agora nós sabemos exatamente como funciona, quais os desafios e isso contribuirá para o nosso trabalho de apoio e gestão”, pontuou.

O treinamento é uma iniciativa da CGJ-MT, com apoio da Escola dos Servidores e do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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