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Lucimar confirma calendário de salários e obras públicas a pleno vapor

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Da Redação

“Várzea Grande muito em breve estará 100% funcionando e dentro da normalidade, mas sempre atenta às regras de enfrentamento a pandemia do Coronavírus”, disse a prefeita Lucimar Sacre de Campos, após reunião com secretários aonde reafirmou o calendário de pagamento de salários definido em janeiro passado e também a continuidade das obras públicas que geram emprego e renda, além de movimentarem a economia local e de Mato Grosso.

“Aqui salário não atrasa”, reafirmou a prefeita.

Com uma folha de R$ 31 milhões e pouco mais de 8 mil servidores entre a Prefeitura de Várzea Grande, Departamento de Água e Esgoto – DAE/VG e PREVIVAG – Previdência Municipal, os recursos estão garantidos e a folha será quitada no dia 30, quinta-feira, véspera do dia do trabalhador.

A secretária de Gestão Fazendária, Lucinéia dos Santos Ribeiro, assinalou que Várzea Grande, vem desde 2015, quando a prefeita Lucimar Sacre de Campos assumiu, adotando medidas eficientes em busca de resultados para a cidade e para sua população e que vem aparecendo com o passar do tempo.

“Fizemos o dever de casa e isto está agora proporcionando a nós podermos honrar o pagamento não apenas dos salários, mais dos prestadores de serviço, dos fornecedores do Município e das empresas que realizam obras em prol da cidade e de sua população, reforçou a secretária de Gestão Fazendária.

“Estamos vivendo momentos que exigem o esforço e a conscientização de todos para que possamos vencer mais este desafio e reafirmo que vamos ter o que comemorar em um futuro próximo quando a normalidade voltar a ser a palavra de ordem para todos os setores da economia e da população em geral”, explicou Lucimar Sacre de Campos.

Lucimar Campos sinalizou que Várzea Grande está paulatinamente retomando suas atividades normais, mas com responsabilidade, promovendo ao máximo o distanciamento social e mantendo os serviços daqueles que não podem deixar de ser realizados.

Ela sinalizou que vem constantemente conversando com o governador Mauro Mendes e com o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, para atuação conjunta no que diz respeito à saúde e as vagas nas unidades hospitalares para os casos do Covid 19.

“O Comitê de Enfrentamento ao Novo Coronavírus (Covid 19) se reúne diariamente e apresenta relatórios de acompanhamento e avaliação que também são compartilhados com a Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso e com a Secretaria de Saúde de Cuiabá para que o monitoramento aconteça de forma eficiente e com resultados”, acrescentou a prefeita.

 

Foto: Prefeitura VG

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Dólar cai quase 1%, e Ibovespa recua após tombo eleitoral

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O mercado financeiro apresentou movimentos de acomodação nesta terça-feira (27), após a forte reação da véspera à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O dólar fechou em queda próxima de 1% e ficou abaixo de R$ 5,35. A bolsa recuou cerca de 0,5%.

A sessão foi marcada pela correção cambial após a disparada da véspera e pela continuidade das perdas na bolsa, em meio às incertezas sobre a política econômica do próximo mandato, como a falta de definição do próximo ministro da Fazenda.

Principais números

  •     Dólar: R$ 5,349 (-1,07%);
  •     Mínima do dólar: R$ 5,316, por volta das 10h45;
  •     Dólar em 2026: queda acumulada de 2,55%;
  •     Ibovespa: 175.710,05 pontos (-0,51%);
  •     Petróleo tipo Brent: US$ 109,41 o barril (-1,20%).

Câmbio

O dólar à vista encerrou o pregão em baixa de 1,07%, a R$ 5,349, após subir mais de 8% na segunda-feira (26), quando a moeda estadunidense registrou sua maior alta diária desde janeiro de 1999.

A divisa recuou ao longo de toda a sessão e chegou à mínima de R$ 5,316 pela manhã. O movimento refletiu um ajuste de posições após a forte valorização anterior, provocada pela reação dos investidores ao resultado eleitoral. Em 2026, o dólar acumula queda de 2,55%.

Na véspera, o dólar havia avançado em meio à revisão de apostas que consideravam a vitória do senador Flávio Bolsonaro e às preocupações com a condução da política fiscal no novo mandato de Lula.

Nesta terça-feira, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, reafirmou que o governo pretende perseguir o centro da meta fiscal e que a proposta será discutida com o Congresso Nacional.

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, também afirmou que a instituição poderá atuar no mercado cambial caso identifique disfuncionalidades.

No cenário internacional, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar ante uma cesta de seis moedas, subia cerca de 0,35% no fim da tarde, movimento contrário ao observado no mercado brasileiro.

Ibovespa

O Ibovespa fechou em baixa de 0,51%, aos 175.710,05 pontos, prolongando o movimento negativo após o tombo de quase 14% registrado na segunda-feira (26).

A queda ocorreu mesmo com a recuperação do câmbio, em uma sessão marcada pela continuidade dos ajustes nas carteiras de investimentos e pela cautela diante das perspectivas econômicas para o próximo mandato presidencial.

Entre os fatores que pressionaram a bolsa esteve o recuo de 1,20% do petróleo Brent, referência internacional para a commodity, que encerrou a US$ 109,41 o barril. As ações da Petrobras, com maior peso no Ibovespa, caíram 2%.

Com o novo recuo, o Ibovespa permaneceu nos menores níveis desde agosto, enquanto investidores aguardam definições sobre a equipe econômica e os próximos passos da política fiscal do governo.

* Com informações da Reuters



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