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Loja de auto peças em Varzea Grande fica destruída ao ser atingida por incêndio

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Da Redação

O barracão de uma loja de autopeças ficou completamente destruído após pegar fogo na madrugada desta terça (23). Segundo informações da assessoria, o Corpo de Bombeiros foi acionado na por volta das 2h para atender uma ocorrência de incêndio em Várzea Grande, no pátio externo da loja Pantanal autopeças, em frente à loja Havan, no bairro da Manga, na grande Cristo Rei. 

As causas serão apuradas posteriormente pela perícia. Foram utilizadas seis viaturas, aproximadamente 39 mil litros de água e 17 bombeiros para conter as chamas. As guarnições se deslocaram para o local e se depararam com estrutura metálica da cobertura já arriada, devido à temperatura elevada pelo calor do incêndio.

Após análise rápida e planejamento, foi iniciado o combate às chamas. Foi realizado também a abertura de acesso na lateral, pelo muro, para facilitar e otimizar o combate. Devido ao tipo do material acumulado no local (peças usadas com óleo, graxa, muita borracha e peças plástica) o combate foi dificultado, exigindo uma grande quantidade de água e desgaste físico dos combatentes.

O CBMMT impediu que o incêndio se alastrasse para os fundos do depósito, onde havia pneus de tratores, e para demais edificações. Com o incêndio confinado, foi feita a sua extinção e posteriormente o rescaldo. A ocorrência se deu por finalizada aproximadamente às 5h20 da manhã, somente com danos materiais, sem vítimas. 

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Obras em área de preservação são investigadas pelo MPMT

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou inquérito civil para apurar obras e intervenções realizadas pelo Município de Colíder em uma Área de Preservação Permanente (APP) às margens do Rio Jaracatiá, na Avenida do Colonizador Roque Guedes, região central da cidade. A investigação é conduzida pela promotora de Justiça Graziella Salina Ferrari, titular da 1ª Promotoria de Justiça Cível da Comarca de Colíder.A medida foi adotada após a constatação de intervenções na APP durante vistoria realizada pelo Ministério Público nesta quinta-feira (20). Conforme o relatório elaborado pela Promotoria, foram identificados serviços de remoção de vegetação, movimentação de terra com o uso de escavadeira hidráulica, exposição do solo e colocação de pedras nas margens do curso d’água. Na portaria de instauração, a Promotoria de Justiça destaca que as faixas marginais de cursos d’água são protegidas pela legislação ambiental como Áreas de Preservação Permanente e que qualquer intervenção nesses locais depende da observância das hipóteses legais, além da obtenção de licenciamento ambiental, autorização do órgão competente e, quando necessário, outorga de recursos hídricos. A realização de intervenções em APP sem as devidas autorizações pode caracterizar infrações previstas na Lei de Crimes Ambientais.Como primeiras providências da investigação, a promotora requisitou ao Município o envio, no prazo de 10 dias úteis, de documentos relacionados ao possível licenciamento ambiental, autorizações para intervenção em APP, atos de outorga ou dispensa de outorga, além dos projetos executivos das obras e respectivas Anotações de Responsabilidade Técnica (ARTs). A Secretaria Municipal de Meio Ambiente também deverá apresentar cópias dos procedimentos administrativos de licenciamento e das eventuais autorizações emitidas, bem como o parecer técnico que possa ter fundamentado a liberação da intervenção. Já a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) foi oficiada para informar a existência de processos administrativos relacionados às obras e realizar fiscalização no local, com o encaminhamento posterior de relatório à Promotoria de Justiça. Além disso, a promotora solicitou apoio técnico especializado ao Centro de Apoio Operacional às Promotorias (CAEx Ambiental) para análise da área por imagens de satélite. O objetivo é identificar as condições da cobertura vegetal antes da intervenção, delimitar a extensão da APP, mensurar a área afetada, avaliar os danos ambientais já causados e os riscos decorrentes das obras, especialmente em períodos chuvosos, bem como estimar a valoração econômica dos eventuais prejuízos ambientais.O relatório de vistoria produzido pelo Ministério Público aponta intervenção direta em ambas as margens do Rio Jaracatiá, abrangendo trechos da Área de Preservação Permanente.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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