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Kalil: “Prefeitura e Acivag trabalham para desenvolver Várzea Grande”

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A Associação Comercial e Industrial de Várzea Grande (Acivag) comemora 36 anos, neste mês de junho

Da Redação

“A Prefeitura de Várzea Grande é parceira e vamos ajudar o prefeito Kalil Baracat a criar um novo distrito industrial, onde poderemos alocar as indústrias que estão presentes no município e trazer novas para aqui se instalar”. A afirmação é do empresário Heitor Trentin, presidente da Associação Comercial e Industrial de Várzea Grande (Acivag) , entidade que comemora 36 anos, neste mês de junho. 

Diversas ações já executadas e planejadas pela atual gestão, voltadas ao equilíbrio econômico e à simplificação do ambiente empresarial, irão contribuir para o incremento da economia do município, como aponta Heitor Trentin.  

“Várzea Grande possui uma localização estratégica, num local muito importante para o escoamento de produção do Estado, para indústrias se instalarem, e, temos uma boa oferta de mão de obra. O Rio Cuiabá não divide, ele une Várzea Grande e a capital. Nós apostamos que teremos muitas oportunidades de geração de emprego e renda. Somado ao planejamento do atual prefeito Kalil Baracat para melhorar o ambiente de negócios, iremos juntos acelerar a abertura de empresas e implantar um novo parque industrial. A Acivag tem cadeira no Conselho das Cidades, onde poderemos também contribuir com ideias para melhorar Várzea Grande”, explicou o empresário. 

Kalil Baracat reconhece a importância da Acivag, que atualmente possui 54 associados, e potencial de crescimento, uma vez que Várzea Grande possui 790 indústrias que geram pelo menos 12 mil empregos, além de mais de 1,2 mil empresas de serviços diversos que podem somar com a Acivag fortalecendo a sociedade e a categoria empresarial. 

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“Já excluímos taxas, reduzimos tarifas de competência da administração municipal e passamos a prestar serviços online, como a emissão de Alvará de Construção. Adotamos uma política de flexibilização para a quitação de tributos municipais, e pela primeira vez, parcelamos o Alvará de Localização. Queremos que o município de Várzea Grande se desenvolva em todos os setores e vamos, na medida do possível, desenvolver políticas públicas que possam de fato construir um elo de confiabilidade entre todas as partes interessadas, pois sou filho da terra e quero o melhor para ela e para sua gente”, enumerou o gestor, que trabalha também para dar segurança jurídica às empresas.  

“Eu concordo com Trentin, nós temos uma posição privilegiada dentro do Estado, temos as três saídas, as rodovias  364, a 163 e a 070. E, queremos num futuro próximo, oferecer qualificação a esta vasta mão de obra citada pelo empresário, por meio também de parcerias com empresas privadas”, acrescentou Kalil Baracat. 

A Acivag foi fundada nos anos 80 por um grupo de empresários que queria ajudar no crescimento da cidade e segundo Heitor Trentin, “atualmente o setor deve se unir para ajudar o município a resgatar o título de cidade industrial”, completa. 

Várzea Grande é a segunda cidade mais populosa do Estado, com mais de 272 mil habitantes e tem o terceiro maior Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso, 20 mil reais por habitante. Ficando atrás apenas da capital Cuiabá e Rondonópolis. Os investimentos privados já transformam o cenário econômico e social do município, nas áreas varejista, comercial, de saúde, de frigorífico, agronegócio, atacadista, logística e universitário.  

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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