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José Bueno é empossado presidente da Associação de Moradores do Mapin

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Com a morte de Arnaldo Ângelo do Nascimento, que presidia a diretoria da Associação de Moradores, o Mapin perdeu sua maior representatividade comunitária; liderança com largo prestígio junto a instituições oficiais e privadas. José Bueno, então vice-presidente de Arnaldo, assumiu hoje o comando da entidade comunitária do Mapin

Da Redação

Foi eleita hoje (5) cedo a nova Diretoria Executiva e Conselho Fiscal da Associação de Moradores do Mapin, entidade que era presidida por Arnaldo do Mapin, falecido recentemente, vítima da covid-19. A diretoria passa a ser presidida agora pelo vice Maurício José Bueno e Alex Rodrigues Lira (empossado na vice-presidência). A cerimônia de posse foi conduzida por Cleygstony Batista (Comissão Eleitoral da UNIVAB). A reunião contou com as presenças do administrador da UNIVAB, Claido Celestino Batista (“Ferrinho”), comunitários do Mapin e lideranças de bairros adjacentes.

Segundo destacou Maurício José Bueno, a missão que recebeu de conduzir a associação “a bom termo”, a exemplo do trabalho executado por Arnaldo do Mapin, é de muita responsabilidade. Ele preconizou que mais medidas de apoio aos munícipes devem ser intercaladas uniformemente ao longo de sua gestão, e pediu a colaboração dos demais componentes da Mesa Diretora para auxiliá-lo nesse sentido. “Só desejamos o melhor para vocês, moradores dos bairros várzea-grandenses. O que estiver a nosso alcance nós faremos, tenham convicção”.

Arnaldo do Mapin: dedicação de 24h ininterruptas pelos munícipes. Foto Facebook

Nas suas palavras, prevalece disposição geral para atuar de forma resolutiva em tudo se acople às expectativas de quem precisa do apoio da Associação de Moradores do Mapin. “A saudosa figura de Arnaldo já representa cobrança natural para implementarmos mais ações vitoriosas. Nossa pretensão é trabalhar nos mesmos moldes exitosos que Arnaldo conseguiu edificar em Várzea Grande e na Baixada Cuiabana. Afinal, sua mão protetora ao cidadão necessitado sempre extrapolava as fronteiras do território várzea-grandense”.

Maurício José Bueno fez questão de sublinhar que Arnaldo do Mapin é figura insubstituível. “Será difícil ou mesmo impossível alguém superá-lo. Afinal, quantos de nós se dedicam a vida inteira a estender a mão ao próximo da forma como ele fazia incansavelmente? Lastimável que um cidadão de tão nobre postura sensível tenha nos deixado. Enfim, faremos o possível para não obscurecer sua trajetória de lutas vitoriosas em prol da coletividade”.

 

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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