Mato Grosso

Hospital Metropolitano de Várzea Grande reduz em 22% seu custo mensal

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação

 

Desde que o Estado assumiu a gestão direta do Hospital Metropolitano de Várzea Grande, em julho passado, o custo assistencial da unidade caiu 22%, o que significa uma economia mensal de R$ 800 mil. Neste período, a produção médica aumentou, passando de 356 para 367 cirurgias/mês. Localizado no Bairro Cristo Rei, o hospital atende aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) pela Central Estadual de Regulação.

Os dados a respeito das medidas tomadas pela direção do hospital foram apresentados durante encontro realizado nesta semana em Cuiabá, na Escola de Saúde Pública, ocasião em que gestores da Secretaria de Estado de Saúde (SES), como secretários adjuntos, superintendentes, coordenadores, técnicos, diretores dos hospitais e dos escritórios regionais de saúde se reuniram para avaliar as ações para a retomada de gestão dos hospitais regionais.

Assim como os hospitais regionais de Sorriso, Colíder e Alta Floresta, o Metropolitano de Várzea Grande passa por um processo de transição para a gestão direta da SES, em conformidade com o decreto 1.073, de 28 de junho. O Metropolitano possui 65 leitos e atende 100% pelo Sistema Único de Saúde (SUS) pacientes de alta complexidade de todo o Estado nas especialidades de ortopedia e cirurgia bariátrica, além de contar com uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Conforme o diretor técnico do hospital, o médico intensivista Fábio Liberali Weissheimer, o hospital vem passando por um choque de gestão. “Desde julho estamos trabalhando de forma intensa para conter o custo variado do hospital, principalmente com material e medicamentos, mas sem perder a quantidade e a qualidade assistencial. Isso, em um ambiente do Sistema Único de Saúde, é extremamente difícil”, ressaltou o diretor técnico.

O diretor técnico também salienta outro fato que atesta a qualidade dos serviços. “Nossos indicadores de qualidade assistencial se mantiveram, com nenhum óbito nas cirurgias bariátricas, ou seja, os serviços mantêm a qualidade com 75% do custo”. Na condição de gestor, Fábio diz que é gratificante desempenhar esta nova missão. “Está sendo um desafio diário trocar o estetoscópio por calculadoras e planilhas e demais ferramentas de gestão”.

Para o diretor geral do Hospital Metropolitano de Várzea Grande, Alexandre Beloto, a integração entre todas as áreas da SES tem sido fundamental neste processo de transição. “O apoio irrestrito da atual gestão da SES, principalmente na figura do secretário Luiz Soares, tem sido essencial. Sem este apoio não conseguiríamos reduzir o custo assistencial”, afirmou Beloto, que é advogado de formação e possui vasta experiência em administração pública, em especial nas áreas de controladoria e licitações.

O engajamento de todos os funcionários do hospital neste novo projeto também merece destaque, de acordo com o diretor geral. “Estes resultados somente foram alcançados com o engajamento de todos. Sem nossa equipe trabalhando com afinco, não teríamos este resultado magnífico”, finalizou Alexandre Beloto.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Mato Grosso

Servidores da Corregedoria concluem curso de mediação e conciliação

Publicados

em


Dez servidores do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje) e assessores de gabinetes da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) concluíram o Curso Básico de Mediação e Conciliação Judiciais. A capacitação desenvolveu conhecimentos teóricos e práticos sobre mediação e conciliação judiciais, para a atuação autocompositiva no âmbito judicial.

O gestor de capacitação e avaliação do Nupemec, Carlos Campelo é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos e barba grisalha, veste camisa polo escura. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Segundo o gestor de capacitação e avaliação do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Carlos Campelo, a formação contribui para ampliar a cultura do diálogo e da solução consensual de conflitos.

“As técnicas aprendidas durante a capacitação não se restringem ao ambiente de trabalho e podem ser aplicadas em diversas situações do cotidiano. Quando mais profissionais estiverem atuando nessa área, sejam servidores ou sociedade em si, mais pessoas irão conseguir resolver seus conflitos com diálogo, pois o primeiro passo para que isso ocorra é saber se comunicar”, afirmou.

A diretora do Daje, Shusiene Machado, é uma mulher de pele clara, cabelos castanhos lisos na altura dos ombros, veste blazer cinza sobre blusa da mesma tonalidade e usa colar com pingente em formato de cruz. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A diretora do Daje, Shusiene Tassinari Machado, destacou que a capacitação contribuiu para ampliar o conhecimento da equipe sobre os mecanismos consensuais de resolução de conflitos e irá fortalecer o apoio às atividades desenvolvidas pelos Juizados Especiais.

“Esse curso será um divisor de águas na nossa atuação, na gestão dos conciliadores credenciados que atuam nos processos judicias dos Juizados Especiais. Pois agora compreendemos não apenas a parte administrativa, mas também a teoria e a prática da mediação judicial”, explicou.

Curso – A capacitação foi dividida em duas etapas. A parte teórica, realizada presencialmente entre 24 e 28 de setembro de 2025, com carga horária de 40 horas e que incluiu simulações práticas de audiências de mediação. E a segunda etapa, o estágio supervisionado realizado entre fevereiro a junho deste ano, pela plataforma Microsoft Teams, com 60 horas práticas com casos reais.

Ana Tereza Pereira Meira, instrutora de mediação e justiça restaurativa, é um mulher de pele clara, cabelos longos castanho-claros, veste blusa sem mangas em tom claro com detalhes escuros e usa brincos discretos. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A instrutora de mediação e justiça restaurativa, Ana Tereza Pereira Meira, responsável pelo acompanhamento da etapa prática, destacou que a formação proporciona mudanças que refletem diretamente no atendimento prestado à população. “A pessoa que faz um curso de mediação, se torna diferente. Os alunos aprendem uma comunicação melhor, uma comunicação mais harmônica e isso ajuda no atendimento do público e do Poder Judiciário”, disse.

O gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos, veste camisa social amarela de mangas longas. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Para o participante da capacitação, o gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa, a formação proporcionou uma compreensão melhor da realidade dos conciliadores e juízes leigos que atuam nos Juizados Especiais. “Antes a gente trabalhava mais sob a perspectiva administrativa, agora nós sabemos exatamente como funciona, quais os desafios e isso contribuirá para o nosso trabalho de apoio e gestão”, pontuou.

O treinamento é uma iniciativa da CGJ-MT, com apoio da Escola dos Servidores e do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA