Mato Grosso
Governo paga servidores nesta quarta-feira (30) incluindo 50% do 13° salário
Mato Grosso
A folha líquida de junho fechou em R$ 815.530.444,77 e inclui o valor referente à primeira parcela do 13º salário dos servidores efetivos
Da Redação
O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Fazenda (Sefaz), paga nesta quarta-feira (30.06), os salários dos servidores públicos do Poder Executivo. A folha líquida de junho fechou em R$ 815.530.444,77 e inclui o valor referente à primeira parcela do 13º salário dos servidores efetivos.
A exemplo dos meses anteriores, a remuneração será paga dentro do mês trabalhado, seguindo o cronograma de pagamento divulgado no início do ano.
“Esse foi um compromisso assumido com os servidores públicos e estamos cumprindo rigorosamente, demonstrando que os recursos públicos estão sendo administrados com responsabilidade e seriedade”, comenta o secretário de Fazenda, Rogério Gallo.
De acordo com dados da Secretaria Adjunta do Tesouro Estadual do total da folha líquida, R$ 516.174.535,88 é referente ao salário do mês de junho e R$ 299.355.908,89 é da primeira parcela do 13º salário. Recebem o valor do 13º apenas os servidores efetivos. Para os comissionados, o pagamento será em parcela única, no dia 17 de dezembro.
Conforme o calendário de pagamento, o 13º salário do servidor efetivo será pago em duas parcelas iguais. Nesta quarta-feira (30.06) o Governo deposita a primeira parcela (50%) e a segunda (50%) será quitada no dia 17 de dezembro, junto com o 13º salário dos servidores comissionados.
Cerca de 115 mil servidores ativos, inativos e pensionistas vão receber seus proventos. As ordens de pagamento foram encaminhadas ao Banco do Brasil nesta terça-feira (29.06) e a previsão é de que que até o meio dia todos os depósitos já terão sido processados pela instituição.
Mato Grosso
TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.
A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.
O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.
“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.
A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.
“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.
Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.
O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.
Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.
-
Cidades6 dias atrásPivetta cobra providências de prefeita após vídeo de diretor do DAE recebendo dinheiro
-
Política4 dias atrásEleições: propaganda eleitoral começa neste domingo
-
Cidades5 dias atrás“Não venham dizer que é eleitoreira”, dispara Wellington sobre operação contra Mauro
-
Cidades6 dias atrásSinfra avança na compra de equipamentos para Aliança pela Água em VG, afirma Pivetta
-
Política7 dias atrásSenado celebrará criação da Frente Parlamentar pela Paz Mundial
-
Política6 dias atrásCMO aprova crédito extra para atender vítimas de desastres climáticos
-
Política5 dias atrásMP visa combate à fome de populações afetadas por mudanças climáticas
-
Cidades3 dias atrásEducação de Várzea Grande vai ampliar atendimento aos estudantes com implementação da Política de Educação Integral em Escolas em Tempo Integral


Você precisa estar logado para postar um comentário Login