Economia
Governo de Mato Grosso paga salários de maio nesta quarta-feira (10)
Economia
Da Redação.
Os salários do mês de maio estarão nas contas dos servidores públicos ativos, inativos e pensionistas nesta quarta-feira (10.06), cumprindo o calendário anunciado em janeiro pelo governador Mauro Mendes no final de janeiro deste ano.
Os valores estarão liberados tanto para quem tem contas no Banco do Brasil, como para aqueles que fizeram portabilidade a outros bancos.
“Estamos honrando um compromisso assumido com os servidores. Apesar de toda dificuldade imposta pela Covid-19, o respeito à lei e às obrigações seguirá sendo a tônica dessa administração. E assim continuará. Quem trabalhou, recebe. Quem prestou serviços e forneceu produtos, recebe. Isso se fortaleceu ainda mais pelo equilíbrio nas contas públicas atingidos pelas medidas adotadas pelo governador a partir de 2019”, afirma o secretário Rogério Gallo.
A folha de pagamento líquida no mês de maio, segundo a Secretaria Adjunta do Tesouro Estadual, da Secretaria de Fazenda, foi de R$ 480.239.940,84. Desse total R$ 288.114.753,55 destinam-se ao pagamento dos servidores ativos e R$ 192.125 187,29 para inativos e pensionistas.
Receberão salários e proventos 107.213 pessoas; sendo 66. 887 servidores ativos; 35.908 inativos e mais 4.418 pensionistas.
As ordens de pagamento foram encaminhadas ao Banco do Brasil nesta terça-feira (09.06). A Secretaria Adjunta do Tesouro Estadual prevê que até o meio dia desta quarta -feira, todos os depósitos já terão sido processados pelo Banco do Brasil.
Parcela do 13° salário
No próximo dia 30 de junho os servidores efetivos do Governo do Estado recebem a primeira parcela do 13º salário de 2020. Serão creditados R$ 205,5 milhões, em valores líquidos para cerca 78 mil servidores ativos, aposentados e pensionistas. O valor pago da primeira parcela corresponde a 40% da folha do 13º salário.
A data foi estipulada em janeiro deste ano pelo governador Mauro Mendes e o calendário será cumprido.
“Divulgamos esse compromisso no início do ano e estamos cumprindo. Apesar da queda na arrecadação e de todos os prejuízos econômicos causados pela pandemia, as medidas de equilíbrio fiscal que tomamos desde 2019 permitiu que pudéssemos honrar esse pagamento, assim como temos honrado todos os demais. Nesse momento delicado, tenho certeza de que essa parcela vai representar um fôlego financeiro aos nossos servidores”, disse recentemente em entrevista o governador.
A segunda parcela será quitada em dezembro, assim como o valor integral do 13º salário dos servidores comissionados.
Foto: SECOM-MT
Economia
Durigan defende que Brasil deve ampliar comércio exterior
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira (17) a estratégia de abertura do comércio de produtos brasileiros para outros países. 

Segundo ele, outros governos e investidores olham para o Brasil com confiança. “Em um mundo de incertezas, temos de construir o Brasil como um porto seguro, temos de projetar segurança e previsibilidade”, disse ao participar de evento na capital paulista.
Para Durigan, essa abertura deve ser baseada em negociações e não de dependência de um parceiro exclusivo, na Ásia ou na América do Norte, por exemplo.
“[O Brasil] vai fazer o debate sabendo de suas fraquezas e fortalezas”, apontou.
A fala do ministro ocorre no momento de tensão entre Brasil e Estados Unidos. Na semana passada, o governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica.
Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.
Medidas fiscais
Durigan também argumentou sobre a adoção de medidas, como bloqueio de orçamento e limite de gastos obrigatórios, para que o país mantenha a estabilidade fiscal.
“Precisamos manter uma trajetória fiscal, sem desestabilizar”, disse.
Sobre a reforma tributária, o ministro reconhece que pode amedrontar, por impor muitas mudanças. Porém, Durigan acredita que 2027 será um importante ano para a transição, e que, ao final, resultará em um sistema melhor, a médio e longo prazo, para o país.
A questão dos juros também foi abordada. Durigan afirmou que não há condições de discutir crédito no país sem “juros civilizados”, por, conforme o ministro, serem a “milha final” dos ajustes de médio prazo necessários para o desenvolvimento do país.
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