Mato Grosso

Governo de MT lança nesta quinta operação de combate aos incêndios florestais

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Solenidade de lançamento terá presença do secretário nacional

Assessoria

O governador Mauro Mendes lança nesta quinta-feira (01.07), às 8h30, na Praça das Bandeiras, a fase de resposta da Temporada de Incêndios Florestais (TIF) 2021, período em que haverá reforço das ações das forças de segurança no combate aos incêndios florestais e ao desmatamento ilegal em todo o Estado.

O lançamento terá a presença do secretário nacional de Segurança Pública, Carlos Paim, dos secretários de Estado de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, e de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, além do comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar, Alessandro Borges, e outras autoridades estaduais.

O governador, secretário nacional e secretários de Estado atenderão a imprensa em entrevista coletiva após a solenidade.

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) entregará 40 veículos locados, sendo 20 para a as equipes da Superintendência de Fiscalização para o combate ao desmatamento ilegal, e 20 para a fase de resposta comandada pelo Corpo de Bombeiros Militar com brigadistas em campo nas áreas com maior incidência de focos de calor.

O dia 1º de julho marca também a data em que começa o período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, que foi adiantada por decreto estadual. Com o decreto nº 938/2021, fica proibida qualquer atividade de limpeza de pastagem com o uso do fogo nas áreas rurais até 30 de outubro de 2021. O uso do fogo em áreas urbanas é proibido o ano todo.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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