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Gestão prepara programação para homenagear o dia do Assistente Social e do Pedagogo

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As atividades serão divididas em dois turnos, a fim de evitar a aglomeração de pessoas

Da Redação

Em comemoração ao Dia do Assistente Social, 15 de maio, a Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência preparou uma programação especial para celebração.

Como forma de homenagear e valorizar os profissionais que atuam nas unidades do município de Cuiabá, serão realizadas palestras educativas, sorteios de brindes. O evento, segundo as medidas de biossegurança contra a disseminação do novo coronavirus, será realizado no auditório da Assistência Social. As atividades serão divididas em  turnos (matutino e vespertino), para evitar a aglomeração de pessoas.

O Assistente Social, profissional que colabora com a promoção do bem-estar social. Se dedica a lutar pelos direitos humanos, por melhores condições de vida para grupos sociais vulneráveis. “Nada mais justo que valorizar uma profissão tão importante como essa”, disse a secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência, Hellen Ferreira.

Foi nesse dia que ocorreu a regulamentação do Serviço Social como profissão, sendo hoje um setor inscrito na história do Brasil há 80 anos. A área foi capaz de se reinventar e se reconceituar, buscando romper com o conservadorismo do seu surgimento e com o tecnicismo do seu desenvolvimento. Houve a reconstrução dos seus referenciais teóricos e metodológicos, analisando a sociedade capitalista, a desigualdade e a violação de direitos dela decorrentes.

Além do dia do Assistente Social, as atividades serão também para homenagear aos pedagogos,  cuja data comemorativa é  20 de maio. O Dia Nacional do Pedagogo foi instituído pela Lei nº 13.083/2015 para atender ao desejo de trazer maior reconhecimento e valorização ao trabalho de grande importância que esse profissional desempenha na sociedade brasileira.

“Por conta da importância desses profissionais é que procuramos relembrar a datas comemorativas por meio de homenagens. São áreas que vêm passando por transformações ao longo dos anos, para contribuir não só no combate à desigualdade, mas também na construção de uma sociedade justa e igualitária”, finalizou.  

Atividades comemorativas estão programadas durante todo o mês de maio.

 

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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