Mato Grosso

Gefron e PRF recuperam caminhonete furtada em Cuiabá com apoio do Vigia Mais MT

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Uma caminhonete Toyota Hilux SW4 preta, furtada em Cuiabá, foi recuperada em Rondonópolis (a 216 km da capital), na manhã deste sábado (15.2), pelo Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e por policiais rodoviários federais, com apoio do programa Vigia Mais MT.

O veículo havia sido furtado no dia 5 de fevereiro, no bairro Jardim Cuiabá. Após a comunicação do crime, o Centro de Operações do Gefron iniciou o monitoramento pelas câmeras de segurança do Vigia Mais MT.

Durante as buscas, os policiais identificaram uma caminhonete com as mesmas características trafegando por Rondonópolis. A informação foi repassada à Polícia Rodoviária Federal (PRF), que realizou a abordagem do veículo e do condutor.

Na revista pessoal, nada de ilícito foi encontrado, mas a equipe constatou sinais de adulteração nos elementos identificadores da caminhonete, confirmando que se tratava do veículo furtado em Cuiabá.

O condutor relatou que levaria o automóvel até o Estado de Goiás. Ele foi preso em flagrante e encaminhado à Delegacia da Polícia Civil de Rondonópolis.

“Esta ação conjunta entre os policiais da PRF, Gefron e do programa Vigia Mais MT demonstra a importância da integração entre as forças de segurança para combater a criminalidade em Mato Grosso”, afirma o coordenador do Gefron, tenente coronel PM Manoel Bugalho.

Fonte: Governo MT – MT



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Réu é condenado a 40 anos de reclusão por feminicídio

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O Tribunal do Júri de Ribeirão Cascalheira (a 900 km de Cuiabá) condenou, na sexta-feira (2), A.A.F.G. a 40 anos e 10 meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo feminicídio de L.S.S. A acusação foi sustentada em plenário pelo promotor de Justiça Bruno Barros Pereira. O julgamento ocorreu com aplicação da Lei nº 14.994/2024, que elevou as penas para o crime de feminicídio.O Conselho de Sentença reconheceu a autoria e a materialidade do crime, bem como a qualificadora do recurso que dificultou a defesa da vítima. Também foram aplicadas as causas de aumento relacionadas ao emprego de arma de fogo de uso restrito e ao meio cruel utilizado na execução. Na sentença, o juízo negou ao réu o direito de recorrer em liberdade, manteve a prisão e determinou o início imediato do cumprimento da pena.Para o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, a condenação representa uma resposta firme do Sistema de Justiça a um crime marcado pela violência e pela discriminação de gênero. “Foi um caso emblemático para a região e uma resposta importante para a sociedade diante da gravidade dos fatos”, destacou.Conforme a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o feminicídio foi motivado pelo inconformismo do acusado com o fim do relacionamento extraconjugal mantido com a vítima. Durante o julgamento, o Ministério Público sustentou que o crime ocorreu em um contexto de menosprezo à condição de mulher, permeado por humilhação e sentimento de posse.As investigações apontaram que o réu decidiu matar a vítima horas antes do crime e se dirigiu armado até o local onde ela estava. Antes dos disparos, submeteu a mulher a uma situação degradante. Segundo a acusação, a vítima foi puxada pelos cabelos, obrigada a se ajoelhar e, em seguida, atingida por dois tiros no rosto.Bruno Barros Pereira ressaltou que as provas apresentadas em plenário demonstraram a violência extrema empregada na execução do crime e o desprezo do condenado pela condição feminina. “Os elementos levados ao julgamento evidenciaram a motivação de gênero e a crueldade da conduta, circunstâncias que foram reconhecidas pelos jurados e refletidas na pena aplicada”, afirmou.Processo 1000481-46.2025.8.11.0079.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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