Mato Grosso

GAP apreende mais de 100 porções de entorpecentes e fecha rede de tráfico em VG

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação 

Em Várzea Grande, os policiais militares que atuam nos chamados Grupos de Apoio do 4° Batalhão da Polícia Militar (GAp), tem se destacado diante das grandes apreensões de entorpecentes, que vêm realizando no munícipio. Com isso, traficantes em potenciais estão sendo presos e redes de tráfico tem sido desmanteladas pelas equipe da PM. 

E na noite de quinta-feira (18), o GAp apreendeu mais de 100 porções de entorpecentes, no bairro Jardim Manaíra. A ação resultou na prisão de três pessoas.

Durante patrulhamento pelo bairro, uma equipe da policia militar avistou dois indivíduos em atitude suspeita, o qual ao perceberem a presença das guarnições, um deles dispersou algo no chão. Diante da atitude, os militares realizaram a abordagem.

Com um dos suspeitos, foi encontrado cinco porções de substancia análoga a maconha. Em entrevista, eles confessaram ser usuários de drogas e onde teriam adquirido a droga, passando as características do fornecedor.

De posse das informações, os militares acionaram o GAp e se deslocaram até o local informado, o qual ao perceber as guarnições, o mesmo fechou o portão e correu para sua residência. Foi feito o cerco e realizado a abordagem do suspeito, já na varanda.

Durante buscas no local, foram encontrados 18 porções de substância análoga a cocaína, 08 porções de substância análoga a pasta base, 72 porções de substância análoga a maconha, 01 balança de precisão e apetrechos para o embalo da droga. Além de um tablete de maconha, que estava enterrado no quintal da residência.

Diante dos fatos, o material ilícito e os suspeitos foram encaminhados até a central de flagrantes do Parque do Lago, em Várzea Grande, para registro boletim de ocorrência (B.O). 

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Mato Grosso

TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

Publicados

em


O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA