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GAP apreende mais de 100 porções de entorpecentes e fecha rede de tráfico em VG

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Da Redação 

Em Várzea Grande, os policiais militares que atuam nos chamados Grupos de Apoio do 4° Batalhão da Polícia Militar (GAp), tem se destacado diante das grandes apreensões de entorpecentes, que vêm realizando no munícipio. Com isso, traficantes em potenciais estão sendo presos e redes de tráfico tem sido desmanteladas pelas equipe da PM. 

E na noite de quinta-feira (18), o GAp apreendeu mais de 100 porções de entorpecentes, no bairro Jardim Manaíra. A ação resultou na prisão de três pessoas.

Durante patrulhamento pelo bairro, uma equipe da policia militar avistou dois indivíduos em atitude suspeita, o qual ao perceberem a presença das guarnições, um deles dispersou algo no chão. Diante da atitude, os militares realizaram a abordagem.

Com um dos suspeitos, foi encontrado cinco porções de substancia análoga a maconha. Em entrevista, eles confessaram ser usuários de drogas e onde teriam adquirido a droga, passando as características do fornecedor.

De posse das informações, os militares acionaram o GAp e se deslocaram até o local informado, o qual ao perceber as guarnições, o mesmo fechou o portão e correu para sua residência. Foi feito o cerco e realizado a abordagem do suspeito, já na varanda.

Durante buscas no local, foram encontrados 18 porções de substância análoga a cocaína, 08 porções de substância análoga a pasta base, 72 porções de substância análoga a maconha, 01 balança de precisão e apetrechos para o embalo da droga. Além de um tablete de maconha, que estava enterrado no quintal da residência.

Diante dos fatos, o material ilícito e os suspeitos foram encaminhados até a central de flagrantes do Parque do Lago, em Várzea Grande, para registro boletim de ocorrência (B.O). 

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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