Mato Grosso

Funcionário da Energisa foi assassinado por um morador que havia se irritado por ter o fornecimento de energia de sua casa cortado

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Gilmar Francisco de Oliveira, de 32 anos, havia ido até a casa para fazer a religação

Da Redação

 

Um funcionário da rede de energia elétrica Energisa foi assassinado na tarde desta segunda-feira (24), por um morador que havia se irritado por ter o fornecimento de energia de sua casa cortado, em Paranaíta (851 km ao Norte de Cuiabá).

O caso aconteceu na zona rural da cidade, em uma propriedade agrícola, ao fundo de um posto.

Conforme a assessoria da Polícia Civil, Gilmar Francisco de Oliveira, de 32 anos, havia ido até a casa do suspeito para religar a energia, quando foi baleado.

Gilmar foi atingido com um tiro de espingarda no tórax. Ele morreu antes da chegada de uma equipe médica ao local.

Segundo informações preliminares, o corte havia acontecido na manhã de ontem e, no começo da tarde, Gilmar foi ao local para restabelecer o fornecimento.

A polícia foi acionada por populares. Quando chegaram ao local, os policiais receberam a informação de que o agricultor era o autor do homicídio e que ele havia fugido após o crime.

Até o momento o suspeito não foi localizado. O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil.

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Juiz Agamenon Alcântara é o entrevistado da 48ª edição do programa “Por dentro da Magistratura”

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Cartaz com o título Na próxima sexta-feira (12), a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) exibirá a 48ª edição do programa “Por dentro da Magistratura”. Realizada em parceria com a Coordenadoria de Comunicação do Poder Judiciário estadual, a edição traz uma entrevista exclusiva com o secretário-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, que abordará ações relacionadas à gestão institucional e o panorama da carreira jurídica.

Natural de Cuiabá, onde morou no bairro do Porto, o entrevistado possui uma sólida trajetória na área jurídica. Graduado pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em 1992, atuou como advogado, técnico judiciário e assessor jurídico antes de ingressar na magistratura em Roraima, onde exerceu a função de 1996 a 1999. Em fevereiro de 1999, após aprovação em concurso público, tomou posse como juiz substituto em Mato Grosso, dando início a uma longa carreira em seu estado natal.

Ao longo de mais de duas décadas de atuação em Mato Grosso, o magistrado acumulou expressiva experiência na área administrativa do Tribunal de Justiça e na Justiça Eleitoral. Titular da Primeira Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, ele alia a prática diária à dedicação acadêmica: é doutorando pela Fadisp, mestre pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, além de especialista em Direito Público, Administrativo, Penal e Processo Penal.

Durante a entrevista, o secretário-geral analisa a transição do papel do juiz na era digital e defende uma atuação proativa, focada no diálogo com a comunidade e na conciliação para evitar a judicialização excessiva. “O juiz precisa interagir e até antecipar à judicialização, […] conseguindo, na sua atuação, fazer acordos ou resolver questões pré-processuais. Eu adoro a questão pré-processual”.

Assista neste link à chamada do programa.

https://www.youtube.com/watch?v=3S98epEohpY

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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