Mato Grosso
Feliz Natal: Câmera de segurança registra momento em que funcionário e suspeito entram em luta corporal
Mato Grosso
Da Redação
Um funcionário de uma conveniência de um posto de combustíveis, matou um suspeito durante um assalto na cidade de Feliz Natal (536 km de Cuiabá).
De acordo com as informações, o crime teria acontecido no último sábado (17), as imagens do circuito interno do estabelecimento foram liberadas nesta quarta-feira (21).
Segundo as informações do boletim de ocorrência, o funcionário estava na frente do posto com uma testemunha, quando dois assaltantes chegaram numa moto e anunciaram o assalto.
Um dos bandidos, teria apontado a arma em direção a um frentista e o levou para o interior da conveniência com o objetivo de roubar o dinheiro que estava no caixa, após ser levado para o interior da residência a vítima teria entrado em luta corporal com o suspeito, em um determinado momento o funcionário, que também era segurança do estabelecimento, sacou um revólver e disparou contra o suspeito de 18 anos.
O segundo suspeito conseguiu fugir após ouvir os disparos, de acordo com a polícia a arma que o suspeito portava era um simulacro e foi encontrada ao lado do corpo do suspeito que veio a óbito no local.
VEJA O VÍDEO:
Mato Grosso
TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.
A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.
O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.
“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.
A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.
“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.
Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.
O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.
Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.
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