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Entenda o que realmente aconteceu com a mãe de Isis Helena, presa por matar a filha de 1 ano

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Da Redação

Nesta terça-feira (23) uma notícia se tornou o assunto mais falado nas redes sociais. Trata-se da morte de Jennifer Natália Pedro, de 26 anos, que estava presa na cadeia de Tremembé culpada pelo assassinato da filha.

A Polícia Civil e as autoridades competentes abriram uma investigação para a apurar o que realmente aconteceu com a jovem. Ela foi encontrada sem vida em uma cela da Penitenciária de Tremembé, no Vale do Paraíba.

Jennifer era acusada pela morte da filha Isis Helena, de apenas 1 ano e 10 meses, caso que ocorreu ano passado na cidade de Itapira, interior paulista. Segundo o portal UOL, que teve acesso a um primeiro boletim de ocorrência registrado no interior da cadeia, revelou que ela teria cometido suicídio.

O corpo de Jennifer foi encontrado por uma agente penitenciária que realizava uma inspeção rotineira por volta das 15h de ontem. O advogado de defesa de Jennifer, William Cesar Pinto de Oliveira, se encontra em Taubaté (SP) para o acompanhamento do caso.

Em uma rápida entrevista a reportagem na manhã de hoje, ele revelou que os laudos ainda não estariam prontos. “Apenas após a chegada do laudo necroscópico e do documento emitido pelo Instituto Médico Legal, podemos trazer informações mais detalhadas sobre o que aconteceu”, contou.

A morte da jovem ocorreu justamente duas semanas após a justiça determinar que o caso dela fosse levado a júri popular. A data do julgamento ainda não havia sido marcada.

Relembre o caso Isis Helena sumiu no dia 2 de março

Jennifer disse em seu primeiro depoimento que teria ido deixar outro filho em uma creche, e que teria deixado Isis em casa com o avô, que era suspeita de ter Alzheimer. Quando voltou para casa, a garota teria sumido. Tempos veio a notícia de que a criança estava morta. Na época, o fato teve uma grande repercussão gerando muitos comentários negativos na internet.

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Obras em área de preservação são investigadas pelo MPMT

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou inquérito civil para apurar obras e intervenções realizadas pelo Município de Colíder em uma Área de Preservação Permanente (APP) às margens do Rio Jaracatiá, na Avenida do Colonizador Roque Guedes, região central da cidade. A investigação é conduzida pela promotora de Justiça Graziella Salina Ferrari, titular da 1ª Promotoria de Justiça Cível da Comarca de Colíder.A medida foi adotada após a constatação de intervenções na APP durante vistoria realizada pelo Ministério Público nesta quinta-feira (20). Conforme o relatório elaborado pela Promotoria, foram identificados serviços de remoção de vegetação, movimentação de terra com o uso de escavadeira hidráulica, exposição do solo e colocação de pedras nas margens do curso d’água. Na portaria de instauração, a Promotoria de Justiça destaca que as faixas marginais de cursos d’água são protegidas pela legislação ambiental como Áreas de Preservação Permanente e que qualquer intervenção nesses locais depende da observância das hipóteses legais, além da obtenção de licenciamento ambiental, autorização do órgão competente e, quando necessário, outorga de recursos hídricos. A realização de intervenções em APP sem as devidas autorizações pode caracterizar infrações previstas na Lei de Crimes Ambientais.Como primeiras providências da investigação, a promotora requisitou ao Município o envio, no prazo de 10 dias úteis, de documentos relacionados ao possível licenciamento ambiental, autorizações para intervenção em APP, atos de outorga ou dispensa de outorga, além dos projetos executivos das obras e respectivas Anotações de Responsabilidade Técnica (ARTs). A Secretaria Municipal de Meio Ambiente também deverá apresentar cópias dos procedimentos administrativos de licenciamento e das eventuais autorizações emitidas, bem como o parecer técnico que possa ter fundamentado a liberação da intervenção. Já a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) foi oficiada para informar a existência de processos administrativos relacionados às obras e realizar fiscalização no local, com o encaminhamento posterior de relatório à Promotoria de Justiça. Além disso, a promotora solicitou apoio técnico especializado ao Centro de Apoio Operacional às Promotorias (CAEx Ambiental) para análise da área por imagens de satélite. O objetivo é identificar as condições da cobertura vegetal antes da intervenção, delimitar a extensão da APP, mensurar a área afetada, avaliar os danos ambientais já causados e os riscos decorrentes das obras, especialmente em períodos chuvosos, bem como estimar a valoração econômica dos eventuais prejuízos ambientais.O relatório de vistoria produzido pelo Ministério Público aponta intervenção direta em ambas as margens do Rio Jaracatiá, abrangendo trechos da Área de Preservação Permanente.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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