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Empresário é executado com três tiros na cabeça no meio da rua

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Da Redação

O empresário conhecido como “William Barata” foi executado com pelo menos três tiros na cabeça no início da tarde da ultima terça-feira (16), na Rua Ônix, bairro Téssele Júnior, em Lucas do Rio Verde (354 km da Capital). O Corpo de Bombeiros atendeu à ocorrência, mas quando os paramédicos chegaram apenas atestaram a morte da vítima.

A policia militar, foi acionada e constatou a veracidade da denúncia e comunicou o fato à Delegacia de Polícia Civil e Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), responsáveis pelos procedimentos no andamento da ocorrência.

De acordo com as primeiras informações, Willian teria chegado na região em sua picape Fiat Strada preta, onde teria sido cercado pelo atirador, ainda não identificado.

Willian teria descido do carro e corrido para uma área gramada da rua, onde foi atingido pelos tiros. Moradores da região relataram ter ouvido disparos e quando saíram para ver o que tinha acontecido encontraram a vítima no gramado.

Os militares ainda saíram em rondas pela região buscando por informações que ajudassem a identificar o assassino. Os investigadores acompanharam o trabalho dos peritos, que analisaram as condições em que o corpo foi encontrado e ainda periciaram o perímetro, onde encontraram duas cápsulas calibre .38 e coletaram outras evidências que ajudem a determinar as circunstâncias do caso.

Os policiais ainda ouviram populares e deram início às investigações. Willian, que era proprietário de uma distribuidora de bebidas no mesmo bairro onde foi executado, foi à delegacia horas antes de ser assassinado. A Strada da vítima foi apreendida no local e será encaminhada para perícia.

Um caderno que estava dentro do veículo, que continha informações de valores, chamou atenção dos policiais e também será analisado.

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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