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Empresário do restaurante Peixaria Guia é mais uma vítima do covid-19

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Mato Grosso

Da Redação

O dono do restaurante Peixaria Guia, Joa Soares, morreu na manhã do ultimo domingo (28), em decorrência da covid-19. Ele era um dos empresários mais conhecidos do Distrito da Guia, em Cuiabá, e não resistiu à luta contra o vírus.

Joa estava internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) num hospital da Capital e teve a piora em seu estado durante a madrugada e faleceu por volta das 8h45.

Nas redes sociais amigos e familiares lamentaram a morte de Joa. “Descanse em Paz seu Joa amigo de longas datas. Sempre a nos serviu muito bem no seu restaurante no distrito da Guia. Que as portas do céu se abram pra este irmão, e a sua família nossa solidariedade e orações”, escreveu um amigo.

“Distrito Guia está de luto. Um dos ícones e mais conhecido empresário da Guia nos deixou. Perdemos mais um amigo para COVID. Joa era proprietário do restaurante Peixaria Guia, foi subprefeito, alegre risonho e humano assim fica a marca registrada dele por essa terra.

A Deus pedimos que o receba no Céu, a nós pedimos muitas forças pra prosseguir a nosso caminho! Meus sinceros sentimentos à família e todos amigos desse guerreiro”, publicou outra amiga.

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Julgamento é retomado com interrogatório dos réus

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O julgamento dos três acusados de participação no homicídio do advogado Roberto Zampieri foi retomado na manhã desta quarta-feira (30), no Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Após o encerramento do primeiro dia de instrução, as partes desistiram da oitiva das testemunhas que ainda estavam arroladas para depor, permitindo o avanço da sessão para a fase de interrogatório dos réus.Os trabalhos foram reiniciados com o interrogatório de Antônio Gomes da Silva, apontado pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) como o autor dos disparos que resultaram na morte do advogado. Na sequência, também deverão ser interrogados os demais réus, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas.Atuam na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida (NDV). A sessão é presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Também integra a acusação, como assistente, o advogado Giovani Santin.Durante o primeiro dia de julgamento, realizado na terça-feira (29), foram ouvidas seis testemunhas, entre elas delegados da Polícia Civil e da Polícia Federal que atuaram nas investigações do caso. As oitivas abordaram a dinâmica do crime, o planejamento da ação criminosa e os elementos probatórios reunidos ao longo da apuração conduzida pelas forças de segurança.O promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins avaliou o primeiro dia como produtivo no que se refere à instrução e ao esclarecimento dos fatos. Ele destacou o papel do Ministério Público no Tribunal do Júri e criticou estratégias utilizadas para atacar a imagem da vítima.“Estamos defendendo a vida de um ser humano e aqui o Ministério Público tutela o direito à vida de qualquer pessoa, sem fazer qualquer tipo de discriminação. Justificar esse tipo de situação atacando a figura da vítima nada mais é do que uma retórica colocada a serviço da injustiça, da impunidade e daquilo que a sociedade não deseja”, afirmou o promotor de Justiça.O promotor de Justiça Samuel Frungilo lembrou ainda que, segundo a acusação, o envolvimento dos réus como executores e intermediários está demonstrado tanto pelas oitivas das testemunhas realizadas no primeiro dia quanto pelas investigações conduzidas pela Polícia Civil e pela Polícia Federal. “Essa organização foi contratada para matar Roberto Zampieri, e foi isso que fez”, afirmou.Conforme a denúncia oferecida pelo MPMT, Antônio Gomes da Silva é acusado de executar o homicídio. Hedilerson Fialho Martins Barbosa teria participado da execução do plano criminoso, inclusive com o fornecimento da arma utilizada no crime. Já Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas é apontado como integrante da empreitada criminosa.O julgamento prossegue ao longo do dia com os interrogatórios e as demais fases processuais previstas para o Tribunal do Júri.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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