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Emanuel Pinheiro: “O povo cuiabano é nosso maior patrimônio!”

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Da Redação

Ao parabenizar Cuiabá pelos seus 302 anos, natalício oficializado amanhã, 8 de abril, o prefeito da capital, Emanuel Pinheiro, destacou a importância do trabalho desempenhado pelos gestores que o antecederam na administração do município. Emanuel disse que mais um tento no calendário anual da capital mato-grossense significa muito para cada um dos seus moradores, despertando sentimento de realização feliz em quantos contribuíram para Cuiabá se constituir como uma das mais belas cidades do país. 

“Primeiro, é muito orgulho saber que nossas raízes estão constituídas em solo cuiabano, terra de gente amiga, anfitriã, hospitaleira, detentora de qualidades destacadas. Povo trabalhador, que faz da labuta diária seu maior prazer. A cuiabania representa um estado de espírito, e o povo cuiabano, sem dúvida, é nosso maior patrimônio”.

Segundo o prefeito, do coronel Amarílio Alves de Almeida à sua gestão existe um espaço generoso de anos, “mais precisamente 112 anos”. No seu entendimento, Cuiabá nunca recuou na meta de empreender desenvolvimento sequencial, solidamente calcado em pessoas idealistas, de visão futurista. “O que esses gestores têm em comum é o orgulho de poder gerir uma cidade tão encantadora. Nossa Cuiabá é recanto prazeroso de vida, e por isso que precisamos enaltecer seus valores. Parabéns por mais um ano de vida brilhante! São 302 anos de muita luta e incontáveis vitórias!”

 

 

 

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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