Mato Grosso
Emanuel: “Desde o primeiro dia de mandato, trabalhamos pela melhoria do transporte coletivo”
Mato Grosso
Cuiabá está prestes a receber novos ônibus, projeto trabalhado e concluído com êxito pelo prefeito Emanuel Pinheiro. Gestão sempre focada em implantar melhorias graduais na área de mobilidade urbana. “Estamos transportando pessoas, não animais”, disse o prefeito no início do seu mandato, quando já antevia renovar a frota de coletivos da capital
Da Redação
Cuiabá tem pressa em acompanhar o ritmo de desenvolvimento das demais capitais brasileiras. O prefeito Emanuel Pinheiro, consciente disso, desde seu primeiro mandato, não impôs nenhum trégua para resolver de vez a questão do transporte coletivo municipal, que vinha apresentando uma série de deficiências, com impacto desconfortável diretamente nos usuários do sistema. Até casos de portas se desprenderem dos velhos ônibus da frota em uso aconteceram.
Agora, Cuiabá se prepara para receber uma frota moderníssima. Serão 140 carros, todos zero quilômetros, que serão incorporados a atual frota. Hoje, circulam pela capital 382 coletivos que atendem a um total de 260 mil usuários/dia. No último dia 24, o gestor anunciou o recebimento dos novos carros até a primeira quinzena do mês de julho. As 140 novas unidades foram produzidas nas fábricas da Caio e da Marcopolo, instaladas nas cidades de Botucatu (SP) e de Caxias do Sul (RS).
“Lá atrás, nos primeiros dias de governo do primeiro mandato, prometemos mudar esse panorama vergonhoso. Afinal, Cuiabá merece ter qualidade e conforto também nesse segmento tão importante para as camadas menos favorecidas, que fazem uso do transporte público todos os dias”, garantiu Emanuel. Promessas cumpridas integralmente, para satisfação dos habitantes da cidade. A era das “carroças ambulantes”, sem ar-condicionado e com assentos desconfortáveis, está definitivamente banida.
Na avaliação técnica de engenheiros, a gestão do prefeito Emanuel Pinheiro será a responsável por uma verdadeira revolução na mobilidade urbana, além de possibilitar a Cuiabá ter uma das frotas do transporte público mais modernas do país.
Mato Grosso
TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.
A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.
O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.
“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.
A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.
“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.
Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.
O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.
Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.
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