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Deputado Juarez: “Essa gestão pegou o Estado com R$ 4 bilhões de dívidas

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Parlamentar destacou a atuação do governador Mauro Mendes em consertar o Estado e investir em obras estruturantes. “MT está com quase R$ 10 bilhões em investimentos”

Da Redação

O deputado federal Juarez Costa destacou o esforço da atual gestão do Governo de Mato Grosso em conseguir consertar o Estado e, em pouco mais de dois anos, ter condições de fazer centenas de obras em todas as regiões.

O parlamentar participou de uma série de ações realizadas pelo governador em Sinop (500 km de Cuiabá), nesta quarta-feira (06.05).

“Esse Governo, há pouco mais de dois anos, pegou um Estado com R$ 4 bilhões de dívidas e hoje está com R$ 10 bilhões para investir em asfalto, em hospital. Está tocando um hospital em Cuiabá, cuja obra estava parada há 34 anos. Está reformando e ampliando o Hospital Regional de Sinop, o de Sorriso, de Alta Floresta, Colíder, de Peixoto de Azevedo em parceria com o consórcio de lá”, afirmou Juarez, em entrevista ao programa Balanço Geral.

Durante a agenda no município, Mauro Mendes entregou mais de 1.600 cartões do Ser Família Emergencial, inaugurou a Escola Professor Djalma Guilherme da Silva e o novo Complexo de Delegacias da Polícia Civil no município.

Em Sinop, além das ações já citadas, o Governo de Mato Grosso também tem diversas entregas prontas e outras em andamento, a exemplo da entrega de 1.800 cestas básicas e 220 cobertores; a abertura de 29 leitos de UTI e 29 de enfermaria para covid no Hospital Regional; a entrega de  sete resfriadores de leite, 130 doses de sêmen e 15 mil mudas de café para pequenos agricultores; a construção da ponte de concreto sobre o Rio Verde, na MT-222, e o encabeçamento da ponte sobre o rio Teles Pires, na MT-222, além de fazer a manutenção de várias rodovias da região.

“Esse é um governo que a gente acredita, que a gente defende com unhas e dentes, porque a gente sabe que dá retorno aos 141 municípios de Mato Grosso. Aqui em Sinop temos muitas obras do Governo”, completou o deputado federal.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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