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“Cuiabá, 1º capital imunizada”: Emanuel Pinheiro trabalha por vacinação em massa antes da Copa América

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Mato Grosso

Da Redação

Em entrevista para um veículo de comunicação de rede nacional, o prefeito por Cuiabá, Emanuel Pinheiro explicou o trabalho que está sendo desenvolvido, para a realização dos jogos da Copa América, na Arena Pantanal.

Para Emanuel Pinheiro, a realização do evento é de mais valia para cidade, desde que os habitantes sejam completamente imunizados, gerando assim segurança, tanto para os moradores, quanto para os visitantes que vão chegar com as delegações das seleções.

O prefeito de Cuiabá explicou que juntamente com a bancada federal, representada pelo deputado Emanuelzinho Pinheiro, já solicitaram uma agenda com os representantes do Ministério da Saúde, como também da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), para tratar sobre o assunto.

Foto: Arquivo pessoal/facebook

“O Governo Federal já nos procurou, através do General Ramos informando que vai fazer a agenda para tratar das necessidades das vacinas, é única forma que vejo de compensar Cuiabá, além das medidas rígidas de biossegurança e protocolos necessários, para proteger a população é necessário vacinação em massa”, ressaltou o prefeito de Cuiabá.

Emanuel Pinheiro também falou do “fantasma” da terceira onda de contaminação, com outras variantes do vírus, que poderá trazer mais prejuízos às vidas da população.

“O momento é de proteger a vida do cidadão, estamos trabalhando para que todos sejam vacinados o mais rápido possível, o deputado federal Emanuelzinho Pinheiro já está buscando em Brasília, as 670 mil doses de vacinas, para imunizar toda população cuiabana”, explicou Emanuel Pinheiro.

Luiz Alves – Secom-Cuiabá

Caso o Governo Federal, através do Ministério da Saúde venha atender as demandas e reivindicações apresentadas, tanto pelo prefeito, quanto pelo deputado federal, Emanuelzinho Pinheiro, Cuiabá poderá ser a primeira Capital do país, a ter toda população imunizada contra Covid-19.

O prefeito Emanuel Pinheiro já demonstrou que tem plenas condições de realizar uma “força tarefa”, com postos de vacinação em vários pontos estratégicos da cidade, funcionando em vários períodos, para anteder a população com mais eficiência.

Com dez seleções sul-americanas, a Copa América está prevista para acontecer, entre os dias 13 de junho e 10 de julho, de acordo com a Conmebol, objetivo é manter o esquema de sedes para cada um dos dois grupos da primeira fase do torneio.

Foto: Alexandre Schneider/Getty

Depois da Argentina e Colômbia, o Brasil foi escolhido para sediar os jogos do evento, mas para isso é necessário atender determinações, conforme os protocolos de biossegurança. Para o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro a determinação tem que ir além das condições da Arena Pantanal, vacinando em massa a população cuiabana, assim todos terão verdadeiramente assegurado o seu maior bem, que é a vida.

Foto: Luiz Alves/CBA

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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