Mato Grosso

CONSELHEIRO CAI NA ESPARELLA, COMETE CRIME E É INDICIADO PELA POLÍCIA  

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação: Laerte Lannes e Pedro Ribeiro

Reportagem Especial

 

Se Antônio Joaquim continuar a cometer ilícitos, as denúncias vai levá-lo aonde ele não quer ir.

E aonde, com certeza, seus amigos mais leais não vão querer que ele vá. Mas, paciência tem limite! A verdade é que Mato Grosso descobriu tarde o lado obscuro do presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso, Antônio Joaquim de Moraes Rodrigues Neto, e que é acusado de ter aprontado uma série de proezas. Uma delas e de ter cometido sem nenhum pudor, crimes ambientais no município de

Nossa Senhora do Livramento, cidade que fica a 25 Km da capital. O conselheiro que nasceu em Goiás e foi criado em Barra do Garças, já foi secretário de estado e deputado estadual e federal pelo PDT de Mato Grosso. Começou a sua vida pública como assessor político pelo PDS em 1982 do então govenador Júlio Campos.

O primeiro emprego com os Campos foi a pedido do cunhado Vilmar Peres de Farias, vice de Júlio nas eleições daquele ano. Agora, como conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Rodrigues Neto superou as piores expectativas da metafisica entre o que é permitido é o que é proibido proibir.

Entre as suas últimas peripécies, o conselheiro degradou a encosta de Área de Degradação Permanente (APP) da Serra das Araras, da margem esquerda do córrego sucuri, que fica na sua fazenda a Rancho T. e com isso foi indiciado em crime ambiental pelo delegado Gianmarco Paccola Capoani, titular da Delegacia Especializada do Meio Ambiente. O indiciamento fez com que o conselheiro – que ensaia uma candidatura nas eleições no ano que vem – a cair na esparrela e ficar no ´fundo do poço´ nos seus ímpetos políticos.   

A cobra fumou. Ou como se diz no meio policial a casa caiu. Esses jargãos tão comuns no nosso dia-a-dia talvez não seria referência nenhuma para um homem que sempre não respeitou a coisa pública.

Primeiro o conselheiro foi acusado de cárcere privado, ameaça, agressão, enriquecimentos ilícito e agora crimes ambientais. Antônio Joaquim passou a pertencer a infame categoria dos homens públicos cujo poder ilimitado, (por caso do foto) em uma espécie da personificação do próprio eu.

O conselheiro que dedicou com maestria à tarefa de infernizar a vida alheia, agora é acusado pela Polícia de cometer crime contra o meio ambiente.

A Serra das Araras foi criada como proteção ambiental pela lei 447/2001, do município de Nossa Senhora do Livramento e qualquer ação de mudança de seu georenferenciamento, é crime ambiental. O conselheiro fez ouvidos ´mouros´ e daqueles que diz: Tô nem aí…desmatou, colocou cabos de servidão e degradou área de APP.

O crime de Antônio Joaquim foi denunciado na Sema, na Politec, no MP e na Agência Nacional de Água (ANA). O laudo pericial nº 020800243/2013 da Politec, emitida pela perita Elaise Gomes da Cunha Silva concluiu que no local, houve sim degradação ambiental/construção de estrada de encosta em degradação de APP, na margem esquerda do córrego sucuri e feito pelo conselheiro na área, onde está a sua fazenda Rancho T.

O caso só agora vem à tona, quase quatro anos depois, porque, revela que a imprensa do estado teve medo de encarar o poderoso conselheiro do Tribunal de Contas. Tem seus motivos.

Um repórter de um jornal declarou que, na época, a matéria foi escrita, entregue ao seu editor, mas não foi publicada. O jornalista também acredita que a Sema tenha recuado na época, por se tratar do conselheiro com prestígio.

Mas, agora com o indiciamento da polícia, o conselheiro terá que responder pelos seus crimes no Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília.

 

 

Clique no link e veja o Indiciamento do Conselheiro de Antonio Joaquim: 

indiciamento-antonio-Joaquim06102016

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MPMT entrega brinquedos a filhos de colaboradores terceirizados

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) realizou, nesta quarta-feira (14), na sede da Procuradoria-Geral de Justiça, em Cuiabá, a entrega de brinquedos arrecadados em comemoração ao Dia das Crianças. A iniciativa, promovida pelo Núcleo de Qualidade de Vida (Vida Plena), reuniu diversos brinquedos destinados aos filhos de colaboradores terceirizados da instituição.Durante o evento, o procurador-geral de Justiça, Rodrigo Fonseca Costa, destacou a importância de valorizar os profissionais que contribuem diariamente para o funcionamento do Ministério Público.“Para o Ministério Público, é um prazer e uma honra enorme ter os filhos dos nossos colaboradores, das pessoas que ajudam o Ministério Público a fazer frente às demandas que a sociedade nos traz. Ter os filhos de todos aqui, com essa família Ministério Público reunida, e poder dar uma lembrança alusiva à Semana das Crianças para cada criança, para cada filho ou filha de colaborador, é uma satisfação enorme para o Ministério Público de Mato Grosso”, afirmou.O coordenador da Procuradoria de Justiça Especializada da Defesa da Criança e do Adolescente, promotor de Justiça Paulo Roberto Jorge do Prado também ressaltou o significado da ação e a relação entre a instituição e os colaboradores. “Todos nós que estamos aqui estamos muito felizes, porque consideramos os pais e as mães de vocês como pessoas da nossa família. A gente se encontra e se vê todos os dias. Chegamos e encontramos o prédio limpo, as pessoas sempre sorridentes, tratando todo mundo bem e fazendo com que este local seja um lugar bonito, bom e alegre para trabalhar”, disse.A coordenadora do Núcleo Vida Plena, promotora de Justiça Gileade Pereira Souza Maia, destacou a importância da infância e o papel dos adultos na proteção e no desenvolvimento das crianças.“Esse dia nos lembra de algo que, no corre-corre da vida, às vezes esquecemos. A infância é o tempo da imaginação, da confiança e da descoberta. É quando aprendemos, pela primeira vez, que somos amados e que o mundo pode, sim, ser um lugar muito bom para viver. Cada criança traz consigo uma promessa, e cuidar dessa promessa é responsabilidade nossa, dos adultos, das famílias e também da instituição. Por isso, essa ação tem um significado especial para todos nós”, afirmou.A iniciativa foi recebida com entusiasmo pelos colaboradores e pelas crianças. A colaboradora Haíla Alves Santos avaliou positivamente a atividade. “Foi adorável, foi ótimo. As crianças se divertiram bastante. É o primeiro ano que fazem essa ação conosco, então foi muito bom”, relatou.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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