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Conheça um pouco da história de Sapezal-MT…

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O território do atual município de Sapezal foi amplamente movimentado por viajantes e aventureiros, a partir do século XVIII. No entanto, essas ações não deixaram nenhum rastro de colonização, que veio tardiamente, a partir da abertura da fronteira agrícola mato-grossense aos brasileiros de todas as raças.

A formação do núcleo urbanos de Sapezal está ancorada numa proposta de colonização do Grupo Maggi, que deu esta denominação ao município recentemente instalado, em referência ao Rio Sapezal.

Sapezal é termo de origem Tupi – sa’ pé: o que alumia + al: sufixo que designa quantidade. Sapé é uma espécie de capim da família das gramíneas, conhecido pelas propriedades de se cobrir ranchos. No dizer da língua Tupi é um capim brilhante, que ilumina, que “alumia”. Ou seja, designa lugar de muito sapé. As famílias que compõem a comunidade de Sapezal são oriundas dos Estados do sul do Brasil, fato comprovado pela tez, cor de olhos e sobrenomes. São principalmente agricultores, pessoas afeitas à dura realidade do campo.

Sapezal já nasceu com infraestrutura de cidade; posto telefônico, posto de combustível, hotel, churrascaria, restaurantes, farmácia, supermercado e modernas escolas. A energia por outra, de maior porte. Ambas foram construídas pelo Grupo Maggi, no Rio Juruena. A Lei n.º 6.534, de 19 de setembro de 1994, criou o município:

“Artigo 1º – Fica criado o município de Sapezal, com sede na localidade do mesmo nome, com área desmembrada do município de Campo Novo do Parecis. 
Artigo 2º – município ora criado é constituído de um só distrito, da Sede…
Artigo 5º – O município ora criado será instalado com a posse do prefeito, vice-prefeito e vereadores, cuja eleição será simultânea com a daqueles municípios já existentes.” Nas eleições ocorridas em 03 de outubro de 1996, foi eleito o Sr. André Antonio Maggi, como primeiro prefeito municipal de Sapezal, representando o segmento empresarial

Atual prefeito de Sapezal, Valcir Casagrande
Créditos: Prefeitura de Sapezal

História da cidade 

A formação do núcleo urbano de Sapezal está ancorada numa proposta de colonização do Sr° André Antonio Maggi, que foi desbravador do município, denominando a cidade em referência ao Rio Sapezal.

O rio Sapezal deságua no rio Papagaio, pela margem esquerda, que, por sua vez, joga suas águas no Juruena. O sapé, que dá nome ao rio, é planta da família das gramíneas, conhecida por sua propriedade de servir de cobertura de ranchos.

O território de Sapezal foi amplamente cortado por viajantes e aventureiros a partir do séc. XVIII. Passou pela região a expedição do Marechal Rondon, que instalou a linha telegráfica cortando o Brasil. A Colonização só veio a partir da abertura da fronteira agrícola mato-grossense. [As distâncias entre as fazendas variavam de 40 a até 100 Km. As estradas que ligavam as fazendas umas às outras eram, na verdade, picadas abertas no cerrado pelos próprios colonos, o que dificultava a formação de um centro de maior povoamento]. 

Os pioneiros foram colonos sulistas, a maior parte vinda do Norte do Rio Grande do Sul, Oeste de Santa Catarina e Oeste do Paraná, que chegaram nas décadas de 70 e 80, a exemplo de Paulino Abatti, Ricardo Roberto, Arno Schneider, Ademar Rauber, Eriberto DalMaso, Elenor DalMaso, írio DalMaso, Mauro Paludo, familia Scariote e outros.

A atual zona urbana começou a ser povoada com a abertura da estrada MT 235 (Estrada Nova Fronteira) e do Loteamento da Cidezal Agrícola, de propriedade de André Antônio Maggi, em meados de 1987.

O município de Sapezal foi criado pela Lei Estadual nº 6.534, de 19 de setembro de 1994, sendo primeiro prefeito André Antonio Maggi.

Dependência Genealógica: O Município de Cuiabá deu origem ao Município de Nossa Senhora da Conceição do Alto Araguaia Diamantino (Diamantino), que deu origem ao Município de Campo Novo do Parecis, do qual originou-se o Município de Sapezal.

Sapezal é um município brasileiro do Estado de Mato Grosso. Localiza-se a uma latitude 13º32’33” sul e a uma longitude 58º48’51” oeste, estando a uma altitude de 370 metros. Sua população estimada em 2012 era de 20.258 habitantes. Possui uma área de 13.598 km².

[Prefeitura de Sapezal]

População estimada 2015 (1) 22.665
População 2010 18.094
Área da unidade territorial (km²) 13.624,372
Densidade demográfica (hab/km²) 1,33
Código do Município 5107875
Gentílico sapezalense
Prefeito
VALCIR CASAGRANDE

 

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Cesima: Projeto de educação ambiental encanta crianças em Santo Antônio de Leverger

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“Deus não fez o mundo para a sujeira, fez para nós cuidarmos.” A frase, dita com convicção pelo estudante Osmar Estevão, resume o impacto deixado pela passagem do projeto “Meio Ambiente e Sustentabilidade: Construindo um Futuro Melhor” pela Escola Municipal Agrovila, em Santo Antônio de Leverger.

Durante a atividade, realizada na quarta-feira (5), crianças participaram de dinâmicas educativas, apresentações e conversas sobre preservação ambiental, uso consciente dos recursos naturais e a importância de atitudes simples no dia a dia. E foi justamente entre os alunos que o aprendizado mostrou seus primeiros resultados.

Empolgado, Osmar compartilhou as lições que levou para casa. Falou sobre reciclagem, economia de água e cuidado com a natureza. “Se você deixar a água muito ligada, tomar banho demorando, gasta água. Imagina se a água acabar por nossa causa. Os animais não vão aguentar, eles vão morrer”, afirmou. O estudante também destacou a importância da reciclagem de embalagens e latinhas, lembrando que o descarte correto pode ajudar o meio ambiente e até gerar renda para as famílias.

A ação é promovida pelo Centro de Estudos Integrados em Meio Ambiente (Cesima) e reúne diversas instituições parceiras em torno do objetivo de aproximar as crianças dos temas socioambientais de maneira acessível e divertida.

Segundo a coordenadora do Cesima e idealizadora do projeto, a juíza Henriqueta Lima, esta foi a segunda escola atendida pela iniciativa. A proposta é trabalhar a conscientização ambiental a partir de uma linguagem adequada à faixa etária dos estudantes. “Viemos trazer, de acordo com a idade dessas crianças, um olhar lúdico sobre a problemática ambiental, os incêndios, a poluição do ar e das águas e a necessidade de proteger o meio ambiente”, explicou. De acordo com a magistrada, o envolvimento das instituições parceiras fortalece a mensagem, permitindo que os alunos levem o aprendizado para outros espaços de convivência, como a família e o círculo de amigos.

Entre os parceiros da iniciativa está a Comissão de Direito Ambiental da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Mato Grosso (OAB/MT). Para o vice-presidente da comissão, Gustavo Tomazeti Carrara, o projeto representa uma oportunidade de difundir valores ambientais desde a infância. “É muito gratificante poder participar de um projeto dessa magnitude. A OAB se sente tranquila e grata por participar e poder plantar essa semente do bem, essa corrente do bem, em um estado tão importante como Mato Grosso, que possui três biomas. Nada é mais importante do que semear a educação.”

Outro parceiro é o Sistema Famato/Senar-MT, que apresentou às crianças a relação entre produção rural e conservação ambiental. A analista de promoção social do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar Mato Grosso – Sistema Famato), Milvia Lopes de Paula, destacou que a conscientização deve começar desde cedo.

“A gente acredita que, incentivando as crianças desde pequenas a cuidar da natureza e compreender o meio ambiente, também estamos estimulando futuros profissionais para o agro”, afirmou. Segundo ela, a proposta foi mostrar de forma lúdica como os produtores rurais atuam na preservação ambiental e na produção de alimentos.

Outra instituição participante foi a Associação dos Produtores de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigantes de Mato Grosso (Aprofir). A representante da entidade, Júlia Barros dos Santos, conduziu atividades voltadas ao uso consciente da água e à importância da irrigação na agricultura. “Queremos mostrar que irrigação não significa desperdício de água. Pelo contrário, é uma ferramenta importante para a produção de alimentos”, explicou. De forma didática, a apresentação abordou a produção do feijão, mostrou diferentes variedades do grão e utilizou vídeos para demonstrar o processo de germinação das plantas.

Ao final da programação, ficou evidente que a educação ambiental se torna ainda mais eficaz quando dialoga diretamente com o universo infantil. Entre novas descobertas, o plantio de mudas de árvores, atividades lúdicas e as brincadeiras conduzidas pelo palhaço Lelé Picolé Curimpampam, personagem interpretado por Marcelo Luciano Pereira Campos, do Juizado Volante Ambiental (Juvam), as crianças participaram do jogo Rebojando e aprenderam, de forma divertida, sobre a importância da preservação dos recursos naturais.

A experiência reforçou que atitudes simples, como economizar água, destinar corretamente os resíduos para a reciclagem e cuidar das plantas, podem contribuir para a construção de um futuro mais sustentável. Para Osmar, a mensagem já está clara: cuidar da natureza é uma responsabilidade de todos. “Vocês têm que pegar a muda e plantar. Aí vai crescer uma árvore”, ensinou o pequeno estudante.

Também participaram da ação representantes da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), do Núcleo de Sustentabilidade do Tribunal de Justiça de Mato Grosso; do Programa Verde Novo do Tribunal de TJMT; da Prefeitura de Santo Antônio e da Associação de Criadores de Mato Grosso (Acrimat) .

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Acesse aqui as fotos do evento.

https://www.flickr.com/photos/tjmtoficial_/albums/72177720335027473/

Leia matéria sobre o assunto:

Projeto socioambiental leva educação e sustentabilidade para crianças em Santo Antônio

https://esmagis.tjmt.jus.br/noticias/6a7253f27ca837001dbb0735

Lígia Saito

Rodrigo Moura

Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

[email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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