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Comunidade Centro América receberá asfalto no segundo semestre

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Confirmação aos líderes comunitários foi dada pelo deputado Botelho. Melhorias na infraestrutura é um sonho antigo dos moradores

Da Redação

Mais uma rodada de discussão para a consolidação da pavimentação asfáltica do bairro Centro América, em Cuiabá, foi realizada nesta segunda-feira (17), no gabinete do primeiro-secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM). Ele confirmou aos líderes comunitários o início das obras até o mês de agosto, conforme cronograma do governo.

“Acabei de falar com o secretário [Infraestrutura], que garantiu esse asfalto lá no Centro América, uma parte vai ser feita pelo estado e a outra pela prefeitura. E estamos nessa luta antiga, inclusive, falando para eles, que o governador já autorizou fazer 100% do asfalto no bairro, até agosto deve começar e vamos terminar logo essa obra que há muito tempo está parada”, esclareceu Botelho.  

O presidente do bairro Centro América, Luciano de Campos, agradeceu o intermédio do deputado em defesa das melhorias à comunidade. “Quero agradecer a força que o deputado Botelho está nos dando. O asfalto na comunidade Centro América é um sonho de todos os moradores”.  

Da mesma forma, o vice-presidente do bairro, Vitor Fernandes, reconheceu a parceria. “Agradecemos a atenção do deputado, pois finalmente vai sair o asfalto para melhorar a condições de vida dos moradores e de toda região”, comemorou.

Outra liderança presente na reunião foi Evanildo Rodrigues. Localizada entre os bairros Morada do Ouro e CPA, parte do bairro Centro América sofre com a falta de pavimentação. A obra terá um grande impacto para a valorização e bem-estar da população.-

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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