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Complexo Industrial da Nissan em Resende (RJ) completa 7 anos e reforça o compromisso da marca com o Brasil

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RESENDE – Trabalhando para atender ao mercado brasileiro e também a demanda de outros países da América do Sul, sempre seguindo rigorosos protocolos de segurança para assegurar a saúde de seus funcionários, o Complexo Industrial da Nissan em Resende, no Sul do estado do Rio de Janeiro, completa hoje 7 anos de atividades. Inaugurada em 2014 e já tendo recebido mais de R$ 3 bilhões em investimentos, a unidade é uma das mais modernas da marca no mundo e reforça diariamente o compromisso da Nissan com o Brasil.

No complexo de Resende, onde trabalham mais de 2 mil pessoas, entre funcionários da empresa e de fornecedores, são produzidos veículos e motores, entre eles o mais recente lançamento da Nissan no país: o Novo Kicks. O novo crossover é um exemplo da importância estratégica da fábrica para a Nissan no mercado brasileiro e também para a América do Sul, já que pouco depois de começar a ser produzido, em fevereiro, passou a ser exportado para a Argentina. Desde 2016, veículos fabricados em Resende seguem para diferentes países da região como parte do projeto de exportação da Nissan tendo como polo o Brasil.

“O Complexo Industrial de Resende é uma unidade jovem, mas nestes sete anos de atividades já se consolidou como um polo industrial importante para a Nissan em toda a região da América Sul. Em Resende, brasileiros produzem veículos com padrão de qualidade internacional e o DNA japonês da Nissan, reforçando diariamente nosso compromisso com o Brasil. Vamos além de gerar empregos e divisas para o país, fazemos produtos de alto nível com foco em atender as demandas e gostos dos consumidores locais. E seguiremos evoluindo cada vez mais nos próximos anos”, afirma Airton Cousseau, Presidente da Nissan Mercosul e Diretor Geral da Nissan do Brasil.

Em solo brasileiro, a produção local da Nissan é peça fundamental para o abastecimento da rede de 178 concessionárias da marca distribuídas por todos os estados do país e também para impulsionar as estratégias de inovação da empresa. Afinal, a maioria das ações digitais pioneiras realizadas pela Nissan nos últimos anos nasceram para integrá-la cada vez com seus clientes e permitir que eles pudessem ter acesso a informações e mesmo comprar online os modelos da marca, muitos deles produzidos em Resende. Incluindo até mesmo a Loja Virtual Nissan (https://loja.nissan.com.br), que permite o ciclo completo de compra 100% online de um veículo novo, uma inovação da empresa no país.

Ciclo completo, tecnologia e sustentabilidade

Desde sua inauguração, em 2014, o Complexo Industrial de Resende tem um ciclo de produção completo, que inclui da área de estamparia até as pistas de testes, incluindo chaparia, pintura, injeção de plásticos, montagem e inspeção de qualidade. Para fazer os trabalhos que exigem mais precisão ou poderiam acarretar risco na segurança ou na ergonomia dos funcionários, por exemplo, a linha de produção conta com um total de 92 robôs. Assim, é assegurado o bem-estar do operador e a qualidade das operações. Na maioria das áreas, o transporte dos automóveis durante o processo produtivo é realizado por 159 AGVs (Automatic Guided Vehicles), pequenos robôs autoguiados que conduzem carrinhos de peças e plataformas. Eles eliminam a necessidade de transportadores ou plataformas acionadas por correntes, deixando a operação mais segura e silenciosa.

A unidade de Resende segue um conceito de fábrica sustentável que vai além do uso de equipamentos de última geração e processos avançados de produção de veículos e motores. O compromisso em ser uma unidade verde, uma das mais sustentáveis da Nissan em todo o mundo, nasceu já na concepção do projeto dos prédios e de toda a infraestrutura.

Os prédios apresentam sistemas de iluminação e ventilação naturais, que reduzem o consumo de energia e, consequentemente, têm baixo impacto ambiental. Há uma atenção especial com o sistema de tratamento de resíduos utilizados no processo produtivo, para reutilização da água e segregação de resíduos sólidos para correta destinação de descarte. O objetivo é reduzir constantemente as emissões de CO2 e a geração de compostos orgânicos voláteis (VOCs) provocados pela produção.

Com um projeto moderno, a unidade industrial brasileira da Nissan garante elevados padrões mundiais de produção. Além disso, todas as áreas da unidade de Resende trabalham integradas e seguindo os métodos e valores do Nissan Way – filosofia e conjunto de códigos de conduta da marca. O foco é fabricar no Brasil produtos com toda a tecnologia e qualidade japonesa da Nissan.

Para mais informações, press releases e imagens, visite a Sala de Imprensa da Nissan em:
brazil.nissannews.com/pt-BR

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Tesouro pagou R$ 152,46 milhões em dívidas de estados e municípios

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A União pagou, em julho, R$ 152,46 milhões em dívidas de estados e municípios, na condição de garantidora de operações de crédito contratadas pelos entes subnacionais. Com isso, o valor desembolsado pelo Tesouro Nacional para cobrir parcelas não quitadas pelos devedores chegou a R$ 3,05 bilhões no acumulado de 2026.

É o que mostra o Relatório Mensal de Garantias Honradas pela União em Operações de Crédito e Recuperação de Contragarantias (RMGH), divulgado nesta segunda-feira (17) pelo Tesouro Nacional.

De acordo com o relatório, desde 2016 a União desembolsou R$ 89,58 bilhões para honrar garantias em operações de crédito de estados e municípios. No mesmo período, recuperou R$ 6,06 bilhões por meio da execução de contragarantias.

Apenas em julho deste ano, foram recuperados R$ 5,13 milhões.

O Tesouro Nacional informou que o principal fator para o baixo volume de recursos recuperados é a participação de diversos estados no Regime de Recuperação Fiscal (RRF), mecanismo que prevê a suspensão temporária da execução das contragarantias.

Segundo o órgão, cerca de R$ 79,78 bilhões das garantias honradas desde 2016 referem-se a estados que participam ou participaram do regime. Além disso, há R$ 1,9 bilhão relacionado à compensação por perdas de arrecadação do ICMS decorrentes da Lei Complementar 194/2022.

Outros R$ 516,74 milhões não podem ser recuperados em razão de decisões judiciais que impedem a execução das contragarantias.



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