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Complexo Esportivo Fiotão está em fase final de construção

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Da Assessoria

A prefeita Lucimar Sacre de Campos acompanhada pela promotora de Justiça, Maria Fernanda Corrêa da Costa, da 4ª Promotoria de Justiça, pelo secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer de Várzea Grande, Silvio Fidélis, pela Procuradora Geral do Município, Sadora Xavier e de engenheiros e técnicos, visitaram as novas dependências do Fiotão que sempre foi palco de disputas esportivas, formaturas de cursos superiores, bailes, shows, Casamento Comunitário entre outras atividades.

A Obra física do ginásio consumiu cerca de R$ 8,4 milhões e a revitalização no entorno, que foi uma exigência do Ministério Público de Mato Grosso cumprida pela administração municipal, outros R$ 1,6 milhão.

“Foi uma visita de avaliação das obras que estão sendo finalizadas e que exigimos que sejam as melhores por causa da importância que o Fiotão tem na história de Várzea Grande e de sua gente”, disse a prefeita Lucimar Sacre de Campos sinalizando que o novo Complexo Esportivo será um marco no lazer, no entretenimento e na prática esportiva da cidade e vai promover o que a cidade e sua gente necessita, integração e socialização, pois “somos uma cidade composta por gente de bem”, apontou a prefeita.

As obras do Complexo Esportivo, Júlio Domingos de Campos – Fiotão do entorno com uma praça de lazer e áreas serão complementadas ainda com a Biblioteca Municipal Farol do Saber, do Restaurante Municipal e a proteção da nascente do Córrego do Aeroporto que também está sendo urbanizado pela administração municipal.

“Por isso é importante integrar, verificar as finalizações das obras e que tudo fique dentro da lei e da ordem. Temos uma nascente, então é necessário estar dentro do estabelecido. O que queremos e entregar uma obra técnica e ambientalmente dentro das normas legais”, disse Lucimar Campos.

Para a promotora de Justiça, Maria Fernanda Corrêa da Costa, a visita é importante pelo papel da justiça e dos órgãos de controle em promover e defender valores ambientais, urbanísticos que garantam um meio ambiente ecologicamente equilibrado para as presentes e futuras gerações.

“O diálogo é fundamental para que todos tenham ganhos, a Justiça, o Poder Público e a população. É uma obra de grande magnitude, que terá área verde de preservação da nascente do Córrego do Aeroporto, e o que queremos é que fique ambientalmente correta. Entendemos a preocupação da Administração Pública no que se refere ao meio ambiente. É uma grande obra que fará a diferença no contexto da cidade. Várzea Grande só tem a ganhar com o novo ‘Fiotão’. Almejamos o progresso da cidade’”, disse a promotora.

Lucimar Campos sinalizou toda sua expectativa com a obra que acabou acarretando alguns problemas como embargos ambientais, descumprimento por parte do Governo do Estado na liberação de emendas entre outras questões.

“Essa é uma das obras que estou ansiosa para entregar. Vai ser referência para a prática de esportes em toda a Baixada Cuiabana, Estado e um grande presente à cidade”. Além disso, como frisou a prefeita, “nada é mais importante do que o resgate da cultura de um povo. Nosso Fiotão foi o palco de importantes eventos como disputas internacionais de jogos de futebol de salão, Casamentos Comunitários, Formaturas de Universidades e Escolas, Concursos de Misses, posses de prefeitos e vereadores e inúmeros eventos. Agora, em 2019, vamos resgatar todas essas memórias e escrever novas histórias”, disse Lucimar Sacre de Campos.

As obras do Fiotão, conforme os técnicos da secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, atingiram 98% do projeto físico, englobando também a revitalização da Praça. Nessa etapa do cronograma, os serviços prestados são de pintura e ajustes que se fizerem necessários. A parte da rede elétrica e de iluminação do Ginásio já foi concluída, sendo interna e externa, toda em tecnologia LED, no entorno está sendo finalizados os serviços de urbanização e assentamento do pavimento das calçadas.

Conforme o cronograma que vem sendo acompanhado pela secretaria de Educação, todo o complexo que integra a obra do ginásio será entregue ainda nesse segundo semestre. A revitalização da área externa vai transformar o acesso ao Fiotão em um grande espaço de lazer que será um novo cartão postal de Várzea Grande.

O secretário Silvio Fidelis, frisou que o complexo poliesportivo é uma obra moderna, representando a prosperidade e o respeito aos valores da família várzea-grandense. “A revitalização da área externa será uma forma carinhosa de acolher as famílias, os jovens e nossos atletas, sejam eles amadores ou não. O projeto arquitetônico, é ousado de padrão internacional, tudo novo desde telhado, pintura, piso, arquibancada, portas, janelas, sala de imprensa, calçadas, paisagismo, estacionamento, iluminação interna e externa com tecnologia em LED, além da revitalização de todo entorno do centro poliesportivo. As obras seguem em ritmo acelerado, para entregarmos dentro do planejado. É muito importante fiscalizar as obras nesta fase final, na verificação da qualidade e cumprimento do cronograma deste ano”, explicou o secretário.

“São tantas obras importantes que estão em andamento na nossa cidade, quer seja na saúde, infraestrutura, bem como as da educação. A nossa proposta de governo é trabalhar em conjunto, com as demandas da Câmara Municipal e obras apontadas pelos representantes das regiões. Esse trabalho integrado entre os vereadores, segmentos da sociedade e prefeitura é fundamental, pois são obras que irão impactar direto na vida do cidadão. O que queremos é o desenvolvimento e progresso de Várzea Grande. O novo Fiotão, representa tudo isso, a união e o resgate de nossas tradições, a história continuará sendo contada, a partir deste novo marco histórico”, finalizou a prefeita.

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Mato Grosso

TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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