Mato Grosso

Cabo Cona, Advogado e Jornalista se lançam como candidatos a uma das vagas de conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso

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Mato Grosso

Da Redação

 

 

Quando o Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE) dá uma guinada tão brutal na escolha do próximo conselheiro para compor do seu Pleno de forma democrática e aberta para qualquer mato-grossense participar e porque o órgão quer estancar de vez coma imagem negativa que há décadas esteve enraizada em seu ´seio´.

Antes a atuação dos respectivos conselheiros do TCE era de uma forma mercantilista e descrente, e com essa abrupta guinada, a sociedade constata que vivemos em uma época absolutamente única, sem nenhum precedente histórico.

A escolha do novo conselheiro a ser aprovado pela Assembleia Legislativa abrirá caminhos inéditos destituídos de balizas e pontos de referência, e ao mesmo tempo o escolhido, democraticamente, dará os primeiros passos para condensar essa nova guinada. Tais fatos assinalam, o fim de um certo modo de ser e de pensar, e o Tribunal de Contas estará esperando o próximo Conselheiro com novos sinais de mudança e com a ruptura dos conchavos e apadrinhamentos.

Nesse sentido, o fim justifica o meio e a escolha do novo Conselheiro a ser escolhidos pelos Deputados Estaduais será uma grande batalha do bem contra o mal. Depois do imbróglio envolvendo o presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (DEM) e do Tribunal de Contas do Estado por causa do Provimento 001/2019 – CG e assinado pelo corregedor geral, conselheiro Isaías Lopes da Cunha, que regulamenta o procedimento a ser adotado para auferir se o candidato nomeado atende os requisitos constitucionais para a posse no cargo de Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, o processo de escolha ainda caminha a passos de tartaruga. Mas, uma coisa é certa, qualquer cidadão que vota pode ser candidato, mesmo tendo crime, condenado ou investigado pela justiça.

Pelo menos é isso que quer o Deputado Botelho ao refutar o Provimento do próprio TCE. Com a decisão unilateral do presidente da Assembleia Legislativa, a porteira se abriu e já aparece quase uma dezena de candidatos que pretende ter o emprego dos sonhos.

Entre eles está o Cabo aposentado da Polícia Militar, Rodolfo Santa Filho, 49, conhecido como Cabo Conan, o advogado Ossiel Catarino Bondespacho Farias, 49 e o Jornalista Cláudio Natal, 35.

Para o Cabo Conan a sua candidatura e legitima por que ele pretende moralizar o TCE. “Eu não exijo nada, mas, vamos ser conselheiro para acabar com o pagamento de propina aos conselheiros como eram feitos aos cinco Conselheiros recentemente afastados . Por isso sou candidato e mudança já”, disse Cabo Conan que pretende algemar quem pretender roubar no TCE.

O advogado Criminalista Ossiel Catarino diz que sua candidatura é legitima e que ele tem requisitos para ser Conselheiro. “Sou cuiabano, tenho duas graduações e atuo na advocacia há vários anos por isso tenho o direito de ser escolhido conselheiro”, afirmou o advogado. Segundo ele, o Conselheiro tem que ter competência e dar valor as finanças e defender a moralidade no TCE, “estamos a disposição para compor a corte de contas do TCE”, afirmou.

O jornalista Claudio Natal também se lançou candidato por quer conhecer, segundo ele, as maracutaias que eram feitas lá. “Eu fui um dos responsáveis pelas denunciais contra a roubalheira que tinha o Tribunal (TCE), desde a roubalheira do VLT até pedido de propina. Muitas denuncias eu coloquei em meu jornal e que acabou pelo afastamento dos conselheiros.

Então eu acho que estou apto a ser conselheiro”, disse o jornalista. Ele cota ainda o afastamento do Conselheiro Antônio Joaquim como uma das vitórias da sociedade contra a roubalheira que tinha no TCE, “fui inclusive o responsável para que ele não aposentasse por causa das denuncias e eu digo que fiz um trabalho que moralizou por isso eu sou candidato a conselheiro”, argumentou o jornalista.

 

Veja os Videos:

https://youtu.be/Twy2Yv-1bn0

 

https://youtu.be/zpIjkidUS6o

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Pagina 12 / http://www.pagina12.com.br/cabo-conan-advogado-e-jornalista-se-lancam-como-candidatos-a-uma-das-vagas-de-conselheiro-do-tce

Foto: Rede Social

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Mato Grosso

Gaúcha do Norte implanta Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica contra a Mulher

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Grupo de pessoas em pé no plenário de uma câmara municipal segura placas vermelhas em formato de coração. Ao fundo, pare de madeira com a inscrição Localizada a cerca de 571 km de Cuiabá, Gaúcha do Norte passa a contar com a atuação da Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Com a formalização ocorrida na sexta-feira (31), o município se tornou o 129º do estado a ser integrado à iniciativa liderada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

A ação foi feita por meio da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), sob coordenação da desembargadora Vandymara Galvão Ramos Paiva Zanolo. A Rede conta ainda com a participação de instituições da segurança pública, Ministério Público, Defensoria Pública, Municípios, dentre outras.

Plenário da Câmara Municipal com diversas mulheres assistindo a uma palestra. O palestrante está em pé na frente, e uma tela projeta conteúdo ao lado direito.Além da assinatura do Termo de Cooperação Técnica entre os órgãos e instituições participantes, a passagem da equipe do Cemulher-MT por Gaúcha do Norte proporcionou ainda a capacitação de 32 pessoas que atuarão na Rede. A implantação da Rede de Enfrentamento foi efetivada após pedido da Patrulha Maria da Penha do município.

“Percebemos a dificuldade que temos ao atender sozinhos os casos de violência doméstica. Precisamos da Rede para oferecer uma proteção e suporte maior. Com essa união, podemos agir em conformidade nesse propósito, que é proteger a vida da mulher”, explicou a soldado PM Gisele Bernardo Pinto Matos, comandante da Patrulha Maria da Penha de Gaúcha do Norte.

Para Tiago Gonçalves dos Santos, juiz substituto da 1ª Vara de Paranatinga – comarca que realizada o atendimento jurisdicional de Gaúcha do Norte, a instalação da Rede de Enfrentamento é um marco importante. “Mais uma vez o Poder Judiciário vai até a comunidade, desta vez em parceria, com o objetivo de melhorar nossa sociedade, principalmente para as mulheres e meninas que tanto sofrem em nosso estado”, disse.

De acordo com a promotora de Justiça Fernanda Luíza M. Siscar, a partir da assinatura do Termo de Cooperação Técnica ficará mais fácil para os órgãos e instituições definirem os fluxos de atendimento, prioridades e ações para o município. Ela destacou que também está no planejamento a criação de um plano de metas, que guiará as estratégias de atuação para os próximos dez anos.

“A partir da implementação da Rede é que nós conseguimos avançar nas demais normativas, documentos públicos, nos planos e nas iniciativas estratégicas. Com a Rede, conseguimos devolver à população um serviço de melhor qualidade. Junto a isso, estamos buscando também a criação do plano decenal de metas para o município”, relatou a promotora.

Já o delegado da Polícia Civil de Mato Grosso, Gabriel Conrado, a implantação da Rede é fundamental para a integração de todos os órgãos públicos. “Temos um número muito alto de casos de violência doméstica nessa região. Então, essa integração é importante para a repressão desses crimes e proteção das mulheres”, pontuou.

Canais de denúncia:

180 – Todo território nacional

181 – Estado de Mato Grosso

197 – Polícia Civil

190 – Polícia Militar

Autor: Bruno Vicente

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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